A1 - 2º Período - Jogos Mortais

E acabaram as semanas de prova, mas o pior sempre vem depois: RESULTADOS.
É meus caros, não foi fácil esse início de segundo período na publicidade.
Foram inúmeros trabalhos, uma loucura de correria e a busca da perfeição. Gosto de me dedicar ao que faço!!!

Introdução a fotografia foi essa correria pelas três fotos de acordo com as especificações solicitadas pelo professor, toda semana um novo tema para a arte de bons ângulos.
Já em Produção Gráfica, considerada a matéria mais difícil (porém onde tirei melhor nota 8,8) foram várias criações de Rought (lê-se rafe), de Layout e até Folder. Relembrei um pouco de Photoshop, Illustrator e desenhos a lápis. Mas o conteúdo era o mais extenso, mais complexo. 
Seguindo a tensão das ultimas semanas, cheguei a aula de quarta-feira (HOJE) e nada de professora lançar nota no sistema, estou quase tendo um filho de tão nervosa!!! E medo, um medo incontrolável por minha irresponsabilidade em não me dedicar aos estudos em sala de aula, não fazer meu melhor somo sempre fiz como aluna. Comunicação e Expressão é praticamente Português, onde eu sempre ia muito bem, espero que tenha bom resultado nessa matéria.
E finalizando, ou não, a matéria de quinta-feira é a PIOR MATÉRIA DA MINHA VIDA!!! Empreendedorismo e Cooperativismo, um porre só; Mas é obrigatória e estamos com um projeto de reciclagem de material para decoração, iremos apresentar uma feira em junho e precisamos vender, ter resultados favoráveis e notas finais excelentes!
Para finalmente fechar o ciclo, ontem eu fiz a minha prova da matéria online, e tirei 8. A próxima será em casa aí é mais fácil, essa eu já considero finalizada!

Que venham novos dias e novas conquistas!

Beijo enorme,
Bárbara Castro.

Injução - Como identificar esse tipo textual.

      A injunção se caracteriza pelo fato de a intenção estar voltada para instruir o interlocutor acerca de um determinado procedimento. Possui a ordem, o comando como característica principal (argumentação), mas usa muito da descrição de detalhes ou de características também.

Exemplos de textos injuntivos:
Uma receita de bolo que sua avó passa à sua mãe;
Uma bula de remédio;
Um manual de instrução que você recebe quando adquire um eletroeletrônico;
Determinados capítulos de um livro de autoajuda.

       Entretanto, o texto injuntivo se caracteriza como tal pelo fato de a intenção estar voltada para instruir o interlocutor acerca de um determinado procedimento, mas cabe ressaltar que esse aspecto é voltado para a orientação e não possui essência coercitiva, apenas sugere como algo deve ser feito.  Ao contrário do texto prescritivo, que assume um caráter um tanto quanto coercitivo, imposto, regido por condições inquestionáveis de atuação, ou seja, “proceda sempre dessa forma e não opte por demais alternativas”.


Exemplo de texto prescritivo: Cláusulas de contrato, artigos do código penal, normas/regras gramaticais. 


Beijos enormes,
Bárbara Castro

Argumentação x Dissertação

Como diferenciar?
É o que iremos ver a seguir!

A dissertação tem como objetivo principal expor, explicar ou interpretar ideias. Na dissertação explicamos o que sabemos (ou o que pensamos que sabemos) sobre um assunto: a nossa opinião é dada apenas sobre o que é ou o que parece ser.
Já na argumentação, além de expor o assunto, tentamos principalmente formar a opinião do leitor, e mais, tentamos convencê-lo de que estamos com a verdade através de evidências. 


Dedução  - Condicional  e  Método do absurdo  -  Argumentos Consensuais e retóricos
Indução   -   Enumeração  e  Autoridade  -  Analogia   -  Argumentos, provas materiais    
           Qual tipo de evidência usar (dedução ou indução?) irá depender de seu propósito e do tema a ser abordado. Há temas mais propícios à dedução, assim como há outros que a indução apresenta-se como o melhor método. Outro ponto fundamental na escolha do método é o público-alvo. Eu o conheço bem? Sei seu perfil? Ou não?


A estrutura é basicamente igual a da Dissertação com Introdução, desenvolvimento e conclusão.


Beijos enormes,
Bárbara Castro

Descrição - Características de um texto descritivo

O objetivo da descrição é transmitir ao leitor uma imagem daquilo que observamos. É como compor um retrato por meio de palavras, fazendo com que o leitor perceba as características marcantes do ser que estamos descrevendo e de modo a não confundi-lo com nenhum outro. Consiste na enumeração de caracteres próprios dos seres animados ou inanimados, coisas, cenários, ambientes, costumes sociais, ruídos, odores, sabores ou impressões táteis. 

Exemplos de DEFINIÇÃO / DESCRIÇÃO
      Navio - embarcação de grande porte. (Definição)
      Navio - tinha o casco preto, era baixo, um ar de navio fantasma, muito vagaroso.  (Descrição)
      Mulher - pessoas do sexo feminino, após a puberdade. (Definição)
      Mulher - Não era bonita; loira, nariz arrebitado, alta, tinha 1.80m,      gorda. (Descrição)

Descrição de pessoas: É possível descrever pessoas e personagens, física e psicologicamente:
 Física - fornece características exteriores, ligadas aos traços físicos do personagem:
      altura, cor dos olhos, cabelo, forma do rosto, do nariz, da boca, porte, trajes.
 Psicológica - Apresenta o modo de ser do personagem, seus hábitos, atitudes e personalidade, características interiores. 

Descrição de objeto: Há duas formas de se descrever um objeto:
Enfoque objetivo - O autor reproduz a realidade como a vê. Detém-se na forma, no volume, na dimensão, no tamanho, na cor, no cheiro.
Enfoque subjetivo - A realidade descrita não é apenas observada pelo autor, é também sentida. O objeto descrito apresenta-se transfigurado de acordo com a sensibilidade de quem o descreve. O autor procura transmitir a impressão , a emoção que a realidade lhe causa. 

       Descrição de cena: Na descrição de ambientes, o autor volta-se para as características do lugar onde os acontecimentos vão se desenrolar. Descrever um lugar é detalhar as características e isso pode ser feito focalizando-se vários aspectos:
      Quadro parado : é como uma fotografia do lugar, ideal quando se quer ressaltar detalhes. 
      Quadro em movimento: é como um pequeno filme que passa a nossa frente, ideal para transmitir mais realidade à cena descrita.
      Ambiente externo: é a descrição do exterior ao ponto de referência, é aquilo que está fora,exterior ao ambiente.
     Ambiente interno: é a parte interior do ambiente, apenas o que está dentro das quatro paredes (mesmo as imaginárias).

      As coisas impressionam nossos sentidos com maior intensidade, provocando sensações visuais, auditivas, táteis, olfativas e gustativas.  Algumas descrições subjetivas e/ou misturando os sentidos (sinestesia):

Sensações visuais - Domingo festivo, movimentação feroz, agitação estonteante, corre                               corre barulhento.
     Sensações auditivas - Barulho infernal, motores roncando, pneus cantando, câmbio                                                 engasgando, torcida delirando.
 
Algumas descrições subjetivas e/ou misturando sentidos (sinestesia)
      Sensações táteis produto viscoso, mole como a preguiça, fino como uma dama.
      Sensações olfativas - perfumes importados, cheiro bom de combustível,                                                        hambúrguer aromático.
      Sensações gustativasgosto firme, paladar refinado, sabor de liberdade. 


E aqui finalizo mais um tópico a ser estudado, espero que esteja ajudando.
Quem quiser comentar algo, fiquem a vontade.

Beijos enormes,
Bárbara Castro.

Narração - Características de um texto narrativo.

Hoje vamos falar um pouco sobre as características de um texto narrativo, lembrando que o conteúdo é baseado no material que minha professora da faculdade de Comunicação e Expressão expôs nas aulas.

O texto narrativo caracteriza-se pelo relato de fatos retratados por uma sequência de ações, com o auxílio dos elementos temporais, podendo ser estes fatos reais ou fictícios. Para que este relato seja algo dotado de sentido, o mesmo dispõe-se de alguns elementos que desempenham funções primordiais.
De um modo geral, a narração é estruturada da seguinte maneira:
Exposição – apresentação das personagens e/ou do cenário e/ou da época.
Desenvolvimento – desenrolar dos fatos, apresentando complicações (ponto de tensão) e
clímax.
Desfecho – arremate da trama.

             Elementos da narrativa
       Personagens
 Personagem é uma palavra feminina que deriva do grego persona (máscara). Personagem(ns) são os seres que participam da narrativa, interagindo com o leitor de acordo com o modo de ser e de agir deles. Alguns ocupam lugar de destaque, também chamadas de protagonistas, outros se opõem a elas, denominadas de antagonistas. As demais caracterizam-se como secundárias. 
  •     As personagens se dividem em: linear, complexa (ou esférica), caricatura e não humanas.

Linear – personalidade estável, constante, imutável;
Complexa – personalidade instável, variável, mutável;
Caricatura – personalidade exagerada, excessiva
Não humanas – objetos, animais, sentimentos, quando o protagonista é um ser                                    inanimado ocorre a antropomorfização, que é obtida através do uso                            de prosopopeias, expediente muito comum nas fábulas.

       Tempo
     Retrata o momento em que ocorrem os fatos (manhã, tarde, noite, na primavera, em dia chuvoso). O mesmo pode ser cronológico, ou seja, determinado por horas e datas, numa ordem sequencial e linear - início, meio e fim. Ou psicológico, aquele ligado às emoções e sentimentos, caracterizado pelas lembranças dos personagens, reveladas por momentos imprecisos, fundindo-se em presente, passado e futuro.

       Espaço
     Para  caracterizá-lo, recorre-se a recursos descritivos, de percepção objetiva (sensorial) ou impressão subjetiva (psicológica). Cenário pode ser decorativo e funcional. O cenário funcional é detalhado para a ação e o decorativo, é um espaço de referência, apenas situando onde acontece o fato.

       Narrador
      Ele funciona como um mediador entre a história que é narrada e o leitor (ou ouvinte). Sua perspectiva aliada a seu ponto de vista e ao modo pelo qual organiza tudo aquilo que conta são fatores decisivos para a constituição da história. E,  basicamente, há três tipos que serão vistos a seguir:
Narrador-personagem - Narrando em 1ª pessoa, ele participa da história, relatando os                                    fatos a partir de sua ótica.
Narrador-testemunha – Ele revela ao leitor somente os fatos que consegue observar,                                      relatando-os também em 1ª pessoa.
Narrador-onisciente – Além de observar, ele sabe e revela tudo sobre o enredo e os personagens, até mesmo seus pensamentos mais íntimos, como também detalhes que até mesmo eles não sabem. Algumas vezes limita-se a observá-los de forma objetiva, em outras, emite opiniões e julgamento de valor acerca do assunto. Narra em 3ª pessoa.

       Enredo
     O texto narrativo resulta de duas articulações: a história (sequência de fatos) e o enredo (organização dos fatos). Dessa forma, o enredo é a maneira como o narrador organiza os dados que a história oferece. 

Tessitura narrativa
     De modo geral, responder à tessitura significa que sua narração possui os principais pontos que elucidam (esclarecem) os acontecimentos, os fatos narrados;
     Entretanto, o fato de não encontrarmos respostas a todas as questões não significa que a narração esteja incompleta, ruim (pode ser uma opção estética do autor do texto!)

O QUÊ?

o(s) fato(s) que determina(m) a história;

QUEM?

a personagem ou personagens;

COMO?

o modo como se desenrolam os fatos (enredo);
ONDE?
lugar ou lugares de ocorrência;
QUANDO?
o tempo de ocorrência dos fatos;
POR QUÊ?
a causa do(s) acontecimento(s);

         E aqui finalizamos mais um estudo !

Beijos enormes,
Bárbara Castro.     






Dissertação, o que é e para que serve?

É um dos temas mais estudados, afinal quem nunca fez uma prova de redação do Enem ou de algum concurso? Enfim, hoje eu pretendo expor um pouco sobre Dissertação, material voltado a minha avaliação na faculdade, matéria de Comunicação e Expressão - A1.

Principais características da Dissertação:

1. Divisão em três partes:
Introdução - Apresentar o tema; TFN (1º parágrafo)
Desenvolvimento - Desenvolver o tema através de ideias/argumentos
Conclusão - Arrematar, ratificar as ideias desenvolvidas (último parágrafo)
2. Modelagem ideal para expor ideias, conceitos, opiniões; Volume informacional, texto impessoal, ideias dispostas conforme intencionalidade do autor (sem ordem fixa – texto atemporal).

Introdução: A introdução serve para apresentar o tema ao leitor e apontar o caminho que será usado para desenvolver esse tema. Assim, na introdução temos o tópico frasal nuclear.

Tipos mais comuns de introdução são:
T.F. declaração – Introdução declaração.
T.F. definição – Introdução definição.
T. F. divisão – Introdução divisão.
T.F. pergunta – Introdução pergunta

Mas afinal o que é TÓPICO FRASAL NUCLEAR?
É o núcleo temático do texto. Ou seja,  assunto principal que será abordado. E ELE DEVE SER APRESENTADO NA INTRODUÇÃO!

Porém, existem dois tipos de tópico frasal: o que resume o tema do texto (TFN) e o que sintetiza o tema do parágrafo (TF). 
Exemplo:
TFN – Violência (localizado na introdução)
TF do 1º parágrafo do desenvolvimento – Violência doméstica
TF do 2º parágrafo do desenvolvimento – Violência no trânsito
TF do 3º parágrafo do desenvolvimento – Violência urbana 

Tipos mais comuns de tópico frasal:
Declaração Inicial – A ideia central do parágrafo se apresenta na forma de uma declaração que tanto pode estar afirmando ou negando. E deve ser justificado ao longo do texto.

Definição – Aqui o tópico frasal define, ou seja, enuncia as características essenciais e específicas de determinada coisa. A definição tanto pode ser científica como pode ser fruto de uma concepção particular de alguém (porém há reservas para este último).  - Usam-se informações de terceiros.

Divisão – Este é um modo essencialmente didático de apresentar o tópico frasal. Nele, separam-se as ideias que serão  desenvolvidas. Ou seja, quando o autor expõe que dado assunto se divide em x partes.

Pergunta – Nesta modalidade de redação do tópico frasal faz-se um questionamento, o qual se perseguirá ao longo do texto buscando respondê-lo. (A pergunta sempre vem no final da frase)

Desenvolvimento: Desenvolver o parágrafo é expor de forma pormenorizada a ideia principal deste (tópico frasal). Tal desenvolvimento pode se dar por diversas maneiras. As quatro formas mais utilizadas são por: 

     Enumeração: O autor enumera e detalha a ideia apresentada, e pode-se desenvolver a enumeração das seguintes formas:

 - por descrição - Ele descreve algo.
 - por exemplificação. - Pode esclarecer o assunto proposto e comprová-lo.
 - por dados (números, frações, percentuais) - utilizando números (estatísticas ou dados de qualquer natureza). Sempre indicar a fonte de onde os dados vêm.
 - por lista de características ou por qualquer tipo de lista - o autor lista as ideias.

     Confrontar: Ele desenvolve a dissertação confrontando ideias e argumentos, tal comparação pode ser feita através das semelhanças, das diferenças ou de ambas. 

      Causa e efeito: Desenvolve-se assim o parágrafo, esclarecendo a causa, motivo ou razão, bem como a consequência ou efeito do acontecimento ou fato apresentado como ideia principal. Quando se trata de fenômenos físicos, empregamos os termos causa e efeito; se humanos usamos os termos motivo, razão e consequência.

       Alusão histórica: 
- Argumento por autoridade: Quando inserimos a fala de uma autoridade. (Usar aspas ou discurso indireto)
- Recordação: Citar fatos passado para desenvolver a ideia principal. 

Conclusão: A conclusão serve para resumir e ratificar as principais ideias expostas no texto; São várias as formas de se concluir um texto dissertativo, entretanto cinco maneiras são as mais usadas, sendo elas:

Conclusão Resumo: O redator faz um breve resumo das principais ideias para reforçar os pontos mais marcantes.
Conclusão Proposta: O redator propõe uma solução, um caminho a ser seguido em direção à resolução do problema
Conclusão Pergunta: No final o redator propõe uma reflexão, colocada na forma de pergunta, o propósito maior é deixar/estimular o leitor a pensar.
Conclusão Adicional: Espaço da conclusão é aproveitado para apresentar e/ou desenvolver novas ideias (ainda não comentadas no texto).
Conclusão Surpresa: É o tipo que permite que o espaço de arremate do texto seja usado para dar ares mais poéticos ou irônicos ao texto. É quando se introduz na conclusão um elemento estranho ao tema, porém análogo, que dá um tom mais coloquial, lírico ou engraçado ao texto escrito.     
      
Título: São modelos de síntese, apresentando de modo “abreviado” a ideia principal exposta, o tópico frasal nuclear (TFN). Ou seja, usa-se o TFN para compor seu título, mas sem repeti-lo na introdução. E NUNCA SE DEVE USAR PONTO FINAL EM UM TÍTULO.


Beijos enormes, fiquem com Deus.

Bárbara Castro.

Introdução a Fotografia - Resumo

Olá pessoal, tudo bem?
Hoje vou deixar um resuminho bem simples sobre a fotografia, espero que seja útil.

A palavra fotografia vem do grego que significa 'desenhar com a luz '.


HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA


Câmera obscura ou câmera escura: É um tipo de aparelho óptico baseado no princípio de mesmo nome, o qual esteve na base da invenção da fotografia. Ela consiste numa caixa (ou também sala) com um buraco no canto, a luz de um lugar externo passa pelo buraco e atinge uma superfície foto- sensível, onde é reproduzida a imagem. (O filósofo Aristóteles (384-322 a.C.) constata que raios de luz solar, durante um eclipse parcial, atravessando um pequeno orifício, projectam na parede de um quarto escuro, a imagem do exterior.)


A primeira fotografia foi tirada na França em 1826 por Niepce!

Heliografia: Método criado pelo Joseph Nicephore Niepce que significa 'gravar com o sol' e era uma exposição com média de 8h ao sol para adquirir uma imagem que se apagava com um tempo.
Daguerreótipo: Processo criado por Daguerre, foi um dos primeiros a gravar a imagem de forma permanente.
1839: Paris anuncia a descoberta da fotografia
1840: A Fotografia chega ao Brasil através de Luis Compte e foi ele quem apresentou a fotografia a D. Pedro II (considerado o primeiro fotógrafo do Brasil.)
19/08 Dia mundial da fotografia.

MÁQUINAS FOTOGRÁFICA POR CATEGORIA 

- COMPACTAS (Integram tudo num só corpo)
- REFLEX (Permitem combinar acessórios)

QUAIS OS FORMATOS DAS CÂMERAS

- GRANDE FORMATO: São bastante utilizadas em estúdios fotográficos, fornecem negativos e cromos e suas marcas mais conhecidas são: SINAR, PLAUBEU, CAMBO, ETC.
- MÉDIO FORMATO: São câmeras com negativo de formato 6x6 cm, 6x7 cm, 6x4,5 cm e 6x9 cm. E suas marcas mais utilizadas são: HASSELBLAD, BRONCA, MAMIYA, ROLLEYFLEX, ETC.
- PEQUENO FORMATO: Também conhecida por 35mm, tem enorme versatilidade e rápido manuseio.

CORPO DA CÂMERA 

É uma caixa que abriga as várias partes e protege o filme ou sensor da luz, exceto da que entra pela objetiva.

ELEMENTOS BÁSICOS DA MÁQUINA FOTOGRÁFICA


- BOTÃO DISPARADOR: É o botão do click, que libera a entrada de luz.


- LCD: Display de cristal líquido


- SAPATA: Peça feita de metal que possui um sincronismo, fica na parte superior do corpo da câmera e serve para encaixar o flash eletrônico.


- SENSOR: É quem recebe a luz e fixa a imagem, fica com corpo da câmera.


- OBTURADOR DE VELOCIDADE: Responsável pelo tempo de exposição a luz.

V= B     1/1   1/2   1/60     1/125      1/250 (ex.: 1=segundos e 250=velocidade)
V=B é uma velocidade de longa exposição.

- DIAFRAGMA: É uma 'Iris estática'. Responsável pela quantidade de luz que entra. São finas lâminas que se localizam na objetiva, e que permite a regulagem da intensidade da luz que irá atingir o material foto sensível.

Quanto menor o número do diafragma (f) maior a quantidade de luz.
f. 1.8 / 2.4 / 3.5 / 5.6 (Diafragma aberto – noite)
f. 8 / 11 / 56 (Diafragma fechado – dia)

- OBJETIVAS

OLHO DE PEIXE: Enorme ângulo de visão, distorção nas extremidades.
As mais comuns são: 6 mm, 8mm, 10mm e 12mm

GRANDE ANGULAR: Ângulo de visão amplo, boa para foto de paisagem e locais pequenos, e ótima para trabalhar com profundidade de campo.

As mais comuns são: 18mm, 20mm, 24mm, 28 mm e 30mm.

NORMAL: geralmente apresenta imagem semelhante ao olho humano, tem distância focal igual ao tamanho da diagonal do filme e formato do sensor.

As mais comuns são: 35mm, 40mm, 45mm, 50mm e 55mm. (A 50mm tem a visão mais igual ao olho humano)

TELEOBJETIVA: Tem grande distância focal, ótima para fatos de longos alcances, muito usada para fotojornalismo esportivo e é ótima para fotos sem profundidade de campo, para essa objetiva é aconselhável usar o monopé. É dividida em três tipos:


  • Normal: 60mm, 70mm, 80mm e 90mm
  • Média: 100mm, 135mm, 150mm e 200mm
  • SUPERTELE: 300mm, 400mm, 500mm, 600mm, 800mm, 1000mm e 1200mm
MACRO: Para fotografia de pequenos seres ou detalhes, pode fotografar no tamanho natural ou aproximando a objetiva do que deseja fotografar para aumentar.
As mais comuns são: 100mm (macro), 135mm (macro), 150mm (macro), 180mm (macro) e 200mm (macro).

ZOOM: Os tipos são :

Ultrasonic: 28 – 80 mm
Sigma: 12 – 24 mm
Canon: 10 – 22 mm
Nikon: 12 – 24 mm

Dicas: Boa profundidade de campo: Diafragma fechado e objetiva grande angular

Sem profundidade de campo: Diafragma aberto e teleobjetiva

ISO: É a sensibilidade do filme (ou no caso da fotografia digital, do sensor) à luz. Quanto menor o número, menor é essa sensibilidade. Consequentemente, é preciso muito mais luz para a fotografia ficar clara. Se o ISO é aumentado, a sensibilidade do filme, ou sensor, aumenta também e com menos luz é possível captar a cena desejada. 

Exemplo para uso do ISO = 100 e 200 (dia) / 400 (noite)

FOTÓMETRO: É a técnica usada para “MEDIR” a quantidade (ou intensidade) de luz em um ambiente. A “LUZ” é a principal matéria prima da fotografiaO FOTÔMETRO  tem uma escala de (-1-2-3… 0 +1+2+3…) para a leitura correta da luz o ponteiro ou “tracinho” precisa ficar no meio ou no 0 (zero).



Então é isso, um resuminho bem simples para entender melhor como funciona uma câmera fotográfica e alguns recursos.
Aceito opiniões e troca de informações, se por acaso houver qualquer erro, também estou aberta a avaliações. (Aqui não tem estresse! risos)

Segue um link bem legal para entender como funciona o diafragma e obturador http://www.tecmundo.com.br/8354-fotografia-diafragma-e-obturador-os-olhos-da-camera.htm


http://www.fotografia-dg.com/qual-o-segredo-para-desfocar-o-fundo-de-uma-foto/


Beijos enormes,

Bárbara Castro.


O retorno!

Bom dia a todos, tudo bem?

Já faz um tempinho que não apareço por aqui, confesso que andei meio esquecida do que realmente me faz bem, como escrever. É que a vida universitária não tem sido muito fácil (nunca me disseram que seria mesmo.), o problema é meu déficit de atenção nesse período, mas estou correndo atrás dos prejuízos estudando em casa.
Acho que todos já sabem que estou cursando Publicidade, não é? Tenho muita paixão por essa área, talvez ela me desperte isso por estar muito conectada ao Jornalismo, que sempre foi um sonho de criança, mas até mesmo pela semelhança, a Publicidade tem me despertado cada dia mais amor, uma área com qual eu desejo fielmente me satisfazer financeiramente e com prazer. (Trabalhar com que não gostamos é quase um martírio!)

Ontem eu estive em um evento aqui no Rio, um evento que ocorre todo mês há mais ou menos uns 6 anos. Fui convidada por um amigo que trabalha diretamente com os organizadores, então acabamos ficando na área 'VIP'. E eu estive pensando que talvez gostasse de organizar um, acho que me sairia bem, quem sabe um dia? Bom, enquanto estive no evento, reencontrei um casal de amigos antigos (devo conhecê-los há uns 7 anos e não vê-los há uns 3.) eles têm um grupo que se apresenta pela cidade, não apenas no carnaval, mas em todas as épocas do ano. É um grupo pequeno que está em crescimento e por eles eu fui convidada a participar do próximo evento na produção, confesso que tenho muita vontade de ir, mas estou um pouco tensa, afinal não sei se me sairei bem com a parte de fotografia e publicidade do grupo, mas irei, será a primeira oportunidade na área, espero que tenha um resultado positivo.

Voltando a assunto 'faculdade', eu estive pensando em compartilhar por aqui os resumos das minhas aulas, primeiro por que me ajudará a fixar o conteúdo e segundo que sempre tem alguém buscando sobre esses assuntos na internet, quem sabe eu poderei ajudar. A ideia inicial seria compartilhar em um novo Blog, mas acho que não vou conseguir administrar dois tão bem e como esse não tem um tema específico... Então, a próxima postagem já será um assunto resumo sobre fotografia, e espero que seja útil a quem o ler.

Foi ótimo estar por aqui depois de tanto tempo, em breve novidades!

Beijos enormes,
Bárbara Castro.