Independência.

Ela abriu as janelas brancas e foi tomada por um vento frio, que levemente balançou seus cabelos ainda molhados e a fez suspirar com alívio.
Era seu primeiro dia naquela casa!
Primeira vez que iria morar sozinha, e tão quão seria sua responsabilidade em ser hoje o que desejou todo dia.
A bela jovem era ajuizada, mas pouco tinha de responsabilidade com a casa.
Sempre morara com sua mãe e nunca havia trabalhado para ninguém.
O sonho pela independência era algo concreto agora.
Não estava sozinha, pois seus pais continuavam de fora a auxiliando.
Nem tão pouco era alguém carente, pois conhecia muita gente.
Era popular e comunicativa, uma menina feliz e querida.
Seus colegas e poucos amigos gostavam de ter sua companhia.
Agora, nesta nova fase muito precisava ser atenta.
As pessoas se julgam espertas demais quando deseja nos deixar para trás.
Por isso, um antigo senhor um dia lhe disse: Mantenha contato com todos mas saiba reconhecer que poucos serão 'teu amigo'.
Admirável aquela menina, mulher, jovem e encantadora.
Hoje eu a chamo de amiga, e tenho enorme prazer de conhecer e ter em minha vida.
Que esta nova fase, meu bem, seja o início de uma nova vida, cheia de conquistas e alegrias, estou sempre aqui para o que der e vier.
Te amo vida!


Babi.
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Texto 'fictício' dedicado a uma amiga, que apesar da nossa amizade ainda ser tão jovem (menos de 1 ano) eu sempre tenho a sensação de tê-la conhecido há muitos e muitos anos, de outras vidas. Alguém que amo e cuido com muito carinho e para quem desejo muita luz, sabedoria, juízo, paz, amor e felicidade nessa nova fase de sua vida!

Beijos enormes,
Bárbara Castro.