Escrever é como viajar em pensamentos.

A arte de escrever sempre foi um sonho meu.
Lembro que viajava lendo os livros de Sidney Sheldon ou Paulo Coelho.
Eu nunca fui muito fiel a nenhum autor, gosto de apreciar todas as histórias independente de quem as escreveu.
Imaginava se um dia eu conseguiria fazer alguém viajar com a minha.
Até hoje imagino.
Quando começo a escrever nunca sei o assunto que vou abordar.
É engraçado porque eu simplesmente deixo o teclado soar cada letra e construir algo que nem mesmo o fim eu posso imaginar.
Escrever não é fácil, sou muito crítica ao que faço.
Se desenho, fotografo, se escrevo, sempre busco com lupa algum erro crasso.
Costumo escrever sempre imaginando a cena, parece que me soa real.
Me transporto para a situação como uma mera observadora.
Já ouvi dizer, de algum amigo, que escrevo o que sinto.
Na verdade não! Escrevo o que me vem em pensamento.
Algo que vivenciei, algo que vivi ou apenas uma ilusória estória que inventei.
O garoto cego no banco da praça que pergunta sobre as nuvens foi um arrepio entre o amor daquele jovem e o adulto arredio, sem tempo para apreciar os detalhes divinos.
Eu simplesmente a inventei, e hoje sinto que existiu.
E o texto sobre o casal apaixonado que por um descuido quase se separam, mas por fim se casam?
Ah, é um dos meus prediletos!
Sempre imagino o texto sendo interpretado em uma dança coreografada e romântica.
São sonhos que nunca se apagam.
Escrever é mesmo uma arte, e como toda arte, é necessário sempre buscar aprimoramento.
Busco assim, insistindo naquilo que acredito.
Escrevendo..
Inventando..
Sentindo o real..
Escrever sempre foi meu alvo principal para essa jornada chamada vida.


Beijos enormes,

Bárbara Castro.

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