Carta ao amor - Apaixonada - Brilhando no escuro - Felicidade

Querido amor,

Não lembro exatamente quando o conheci, possivelmente foi no instante que consegui sentir a vibração da voz dos meus pais, era uma semente em crescimento. Mas lembro exatamente de muitos bons momentos que passamos, como aquela tarde no terreno onde estava sendo construída a minha casa, eu gostava de correr pelo baldrame, tentando me equilibra entre um olhar e outros dos meus pais atentos e cuidadosos ou quando parava em frente a estante de livros da minha tia Teca.
Vivemos inúmeros momentos juntos, o descobri em livros, poesias, músicas, sorrisos, abraços, amizades, família, objetos, dias, horas. Lembra quando você me fazia companhia enquanto eu escrevia as minhas cartinhas famosas? Do quanto me emocionava em reler antes de dá-las aos seus destinatários? Nenhuma carta, bilhete ou mensagem eu escrevi sem que tu estivesses presente.

Você me fez chorar de alegria a minha vida inteira!

E toda noite, antes de dormir, eu fechava os olhos eu revia cada momento feliz ao teu lado porque tu despertava no sorriso de alguém especial, num abraço, num carinho, num simples olhar.

Então me tornei adulta, e senti tanto medo, mas tanto medo de não tê-lo com tamanha intensidade... Meus dias tornaram-se corridos, as horas ficaram poucas, eu tive que trabalhar, estudar, ajudar em casa, tive que enfrentar transportes lotados, eu tive que arranjar um jeito de não te perder por inteiro. Meu maior medo de me tornar adulta foi esse, de perder sua companhia em minha vida.

Então o encaixei na minha vidinha corrida, o dediquei no trabalho, na faculdade, no metrô lotado, na música, na mensagem do whatsapp, na amizade, no por do sol, eu simplesmente descobri que não vivo sem você, está presente em tudo que tenho, faço, e desejo.

Não existo sem você!

E queria te agradecer por ser tão presente, por transbordar em mim em cada sorriso que vejo, cada gesto carinhoso, cada abraço que dou e/ou recebo, cada pessoa maravilhosa que me faz lembrar de amor.

Obrigada Amor, tu alimenta minha alma com coisas simples!

Bárbara Castro.

Adeus 2016, FELIZ 2017.

Adeus, meu velho.
Adeus, parceiro das descobertas, da vida, irmão.
Adeus lágrimas, choros, tristezas, infelicidades, dramas, falta de amor, medo!

Um ano que começou numa sexta-feira, um quintal vazio, música ambiente, céu alaranjado, bola de futebol, giros de mãos dadas, queda, risos, risos e mais risos. EU VI O PRIMEIRO DIA NASCER!

2016 foi um ano conturbado, um céu aberto à indignação, pessoas na rua, gritos, panelas, insatisfação geral a favor ou contra, insatisfação geral nem contra nem a favor, insatisfação geral por muitos motivos. O povo buscando ser ouvido, gritando sua opinião, impondo? Infelizmente sim.

O desrespeito!
Foi um ano conturbado.

Mas tivemos dias alegres, festa, carnaval, feriados, tivemos esperança. Mesmo com tantas dificuldades, o povo também se descobriu esperançoso, acreditou, acredita!

Um ano de tragédias, mortes, perdas, união. Um ano de mãos dadas em combate a dor, humanidade.
Status também? Infelizmente, alguns...

Uma rede social a provocar o amor, o carinho, a atenção, a busca pelo próximo.
Status? Talvez sim, talvez não.
Uma rede social filósofa, de frases prontas, fotos desinibidas, sem rótulos, isso mesmo, SEM RÓTULOS.
Uma atenção aos detalhes, ao não material, a abraços e beijos, a 'eu te amo', a curtidas e corações apaixonados.
Espero que não seja status!

A vida real, a incessante busca pelo mercado de emprego, a dedicação aos estudos, ou não. A descoberta de novas áreas, novos planos, novos olhares. O CRESCIMENTO PESSOAL.

Eu me pergunto quão feliz você foi neste ano, quantos papeis eu pus no meu potinho de momentos felizes, por quantas pessoas agradecemos? Perdoamos aqueles que nos tiraram o sono?
Eu vivi momentos que me fizeram chorar de alegria e outros por insatisfação, desilusão, tristeza. Eu amei como se não houvesse o amanhã! 2016 foi um ano intenso, um ano de amor e ódio, alegria e dor, um ano de RENASCIMENTO, APRENDIZADO, CRESCIMENTO.

Que 2017 estejamos mais preparados, prontos, dedicados, e que não tenhamos que impor nada, apenas viver, apenas doar, apenas receber.
Que 2017 nos traga a paz e não a guerra, o amor e não o ódio ou ciúmes, que nos traga alegria e não dor, equilíbrio e não bagunça, dias de luz e não tempestades, e que, principalmente, possamos dar valor as pessoas, aos seres que se dedicam a nós até mesmo em pensamento, que nos tratam com amor e carinho, que perdem seus tempos preciosos nos amando, fazendo de tudo para que sejamos felizes, que nos amam independente de qualquer coisa, independente do que façamos, apenas porque existimos.
E que não seja por status, mas por sentir que existe amor ali, aqui, em nós!

Um 2017 cheio disso aí, dessa energia positiva, de pessoas positivas, de risos sinceros e abraços apertados, e que nenhum medo nos domine, que quando sentirmos medo possamos usar dele para aproveitar mais a vida.

FELIZ 2017 A TODOS!!!



Hora do almoço - Turismo pelo Centro do Rio

O trabalhou dobrou, o estresse aumentou, o salário ainda é o mesmo, só evolui em relação ao prédio, a minha mesa e um pouco de silêncio que as vezes é possível.
Quem me conhece sabe que o silêncio é minha recarga de energia. Gritos, tumultos e grosserias eu procuro evitar sempre. Por isso amo tanto praia a noite, quando o som das ondas é mais alto que o som produzido pelo homem. Mas isso não significa que sou anti-social ou introvertida, enclausurada, bicho do mato... Isso tudo aí eu já fui, um dia, quando criança. Hoje eu sou apenas um alguém que procura sempre o equilíbrio.
E por essa razão que tenho dedicado minhas horas de almoço para fazer o que mais me dá prazer: turismo+fotografia+arte e isso tudo me enriquece e me fortalece de uma maneira que não sei explicar, volto ao trabalho depois de 1 horas bem aproveitada como se houvesse tomado um banho de cachoeira, RENOVADA. 

Escolhi algumas das fotos que fiz durante três dias, espero que gostem! (Ah, as fotos não possuem boa qualidade, foram feitas pelo celular e algumas eu utilizei com zoom dig. que tira quase toda a qualidade da imagem)

Exposição no Paço Imperial - Entre céu e água

Exposição no Paço Imperial - Entre céu e água
Exposição no Paço Imperial - Entre céu e água


Pátio do Paço Imperial

Porta na Rua Primeiro de Março

Candelária


 Beijos enormes,
Bárbara Castro.

Você acredita em vida passada? - Parte 1

Eu recordo daquele dia...

Estava sentada, distraída, como outro dia qualquer e em meio a tantos barulhos eu ouvi o som da porta abrir e adentrando ali, lentamente, você!
Não vou esquecer do quão feliz fiquei em ver seu rosto pela primeira vez.
Estranho, não?
Nunca soube explicar, mas algo passou por mim e foi ali, naquele instante, que eu tive a certeza de estar diante de alguém muito raro para mim.
E como foi que sentimos toda aquela sensação de havermos nos conhecido há milênios, lembra?
Eu lembro!
A cada novo dia, era uma história, um pouco de cada um de nós, uma promessa, uma razão, um desejo. Estar juntos um do outro era uma necessidade grandiosa.
Era amor, paixão, desejo sexual?
Não!
Era maior que isso, maior que sexo, mais intenso, mais verdadeiro.
Simplesmente estar contigo era perfeito.
Não cabia palavras melhores que nosso silêncio, e olhos que diziam tudo.

Eu realmente lembro de cada detalhe de como nos conhecemos. Mas o restante fica para um próximo dia..

Beijos enormes,
Bárbara Castro.


O hoje, o agora, o presente - Viva intensamente.

Do alto eu vi
Ondas baterem, sol reluzir.
O céu que se transforma em formas e arco-íris,
E chuva cair...

Assim é a vida, aprendiz.
Onde os olhos chegam até onde a imaginação consegue alcançar,
E por vezes o nada, por outras, o tudo.
Nada será tão perfeito como a cerimônia da alegria.
A conquista diária.
É uma expectativa do que se transformará as nuvens.
Ou de como o cabelo irá ficar, despenteado ou preso na nuca da senhora ruiva.
A vida é mesmo um mistério, nunca se sabe como estaremos daqui a um segundo..
Nem mesmo a ideia do tempo futuro, da combinação das horas, da plantação e colhimento.
Nunca seremos tão certos, perfeitos ou completos.
Mas a vida continua um mistério... E a nossa missão é ter razão do que se faz agora!
Na hora, no tempo que você não controla e o coração que apenas equilibra emoção.
Vida sua vida sem medo, seja feliz, pense no que deseja, acredite, tenha fé, CONQUISTE!

Bárbara Castro

Sorrir é o melhor remédio!

Há quanto tempo você riu até doer a barriga?
Lembro de uma cena meio bizarra numa lanchonete em frente a minha adorável escola, estava eu mais duas amigas inseparáveis tomando o habitual refrigerante (foi ali que comecei a engordar!) quando uma recordou algum fato muito hilário que rimos tanto que chegou a sair refrigerante pelo nariz. (Desculpa a falta de etiqueta)

Bom, ri sempre foi uma das melhores sensações que um ser humano poderia sentir, mas quando nos tornamos adultos parece que nosso riso não é tão frouxo quanto na infância. Criamos uma camada protetora que nos inibe a ri alto, a gargalhar, a se curvar diante da dor na barriga e até mesmo a fazer xixi nas calças de tanto ri IN-COM-TRO-LÁ-VEL-MEN-TE!

Outro dia estava lendo sobre os benefícios de ri, o principal deles é o alívio da dor. Sim, ri demais alivia a dor, procura ‘comprovar cientificamente’ você mesmo!  

Porque nós, adultos, (apesar de resistir a me considerar um, eu não tenho como correr disso!) nos tornamos frios demais, insensíveis, corridos. Não que sejamos todos assim, mas normalmente a vida nos ensina tanto através da dor que nos abrigamos atrás de escudos, torres, muros. Aí que entra minha fascinação pelo Exupère e nosso personagem tão amado, o pequeno príncipe. Uma amiga muito querida, que compartilha do mesmo amor pelo livro, me disse uma vez: “O pequeno Príncipe é livro para adulto!”, e é mesmo minha amiga, só o entendi perfeitamente quando o li pela segunda vez, depois dos meus 20 anos. (Leiam e entendam o porquê de citá-lo)

Já foi numa sessão de cinema com muitos adolescentes e numa sessão de cinema com muitos adultos assistir alguma comédia? Quanto mais jovem é o público, mais riso tem. É incrível como eles riem de tudo, incrível como eu ria também. Hoje um mero sorriso no rosto, discreto. Faz tempo que não sorrio até a barriga doer, acho que a última vez foi ainda esse ano, com alguma amiga, mas nem recordo quando.

Sorrir é remédio até para quem recebe, imagina para quem dar. Afinal, ganha mais aquele que sente do que quem é tocado... Sorria, como diz a letra, ‘sorria, meu bem, sorria’.


Por Bárbara Castro.

Reencontros

Amei esse texto!!! 

REENCONTROS

Pelo caminho do tempo impressões deixei e outras recebi...

Laços de Amor e Amizade, que jamais se apagarão, como estrelas que brilham em meu firmamento e reconheço o brilho e a energia de cada uma, bem como a da vibração de Amor que emitem.

À tua consciência, essas energias descem em forma de sentimento profundo, de sintonia perfeita.

Fortes laços nos unem a cada uma delas e, a partir da integração interna e externa, a própria criação nos aproxima de cada estrela de nosso firmamento.

O reencontro é inevitável para todos aqueles que juntos trabalharam, amaram, cresceram, vida após vida... e o futuro será de intensas alegrias para os que trilham o ca­minho de volta.

Infinito é o Amor que carrego e sinto por cada uma de minhas estrelas e a elas envio constantemente a energia de Luz e Amor, como um telégrafo eterno... chamando... chamando... até que o momento certo chegue e tu possas sentir a vibração que, como um ímã, te atrairá para cada uma delas que estiverem no plano físico, já que em nível de almas interligadas estamos com o Todo.

Não deixes que tua personalidade dificulte as coisas...
A sinceridade dos bons sentimen­tos não corrompe, nem magoa ninguém.

Portanto, fala o que sentes sem medo do ridículo ou da rejeição, pois não há um ser humano que rejeite o verdadeiro Amor Cós­mico do coração que é doado com o carinho de irmão, que não pren­de e nem cobra nada. Esse amor é aceito por todos os corações.

Tem, sim, medo da maledicência e do ódio que possas vir a sentir por al­guém, mas do Amor não!


Bom dia!
Bárbara Castro.

PS. Esse texto não é meu! 

Hora de renascer!

Quem nunca ouviu falar da Fênix? Todo mundo já deve conhecer e associar sua imagem a ditosa frase "renascendo das cinzas". Hoje eu estava pesquisando uma frase para intitular uma foto minha na rede social e me deparei com a frase de Nietz que diz que o homem precisa se queimar em suas próprias chamas para poder renascer das cinzas.

Mas porque eu resolvi falar da Fênix?
Por que me sinto uma!

Precisei me queimar em minhas próprias chamas para então renascer!!! E cá estou, dando um passo de cada vez, crescendo, aprendendo, correndo atrás de sabedoria! Quem me conhece sabe o quanto sou estudiosa, hoje um pouco menos, mas continuo sempre buscando aprender algo, aprender, aprender mesmo, não falo de simplesmente passar os olhos pela matéria, eu gosto de carregar somente dois pesos: O peso do conhecimento e do amor. (E olha onde já chegamos novamente, não é? No amor, nessa palavrinha tão presente em tudo que escrevo)

Então foi o amor que me fez renascer, um amor próprio, um amor meu, somente meu! Ninguém poderia me dar esse amor, ABSOLUTAMENTE NINGUÉM! E foi assim que me senti a própria fênix soprando as cinzas de ontem e alçando voo. Onde eu vou? Só Deus sabe!

Agradeço a cada amigo que aguentou minhas atitudes desequilibradas, minhas tristezas, minhas reclamações, hoje eu só quero que o dia comece, seja e termine bem, quero aproveitar meu tempo com sorrisos, com alegria, com gratidão, com amor, carinho, dedicação, quero simplesmente emanar luz, brilhar, ser eu mesma (a filha, a amiga, a ouvinte, a conselheira, a neta, a sobrinha, a prima, a pessoa que você as vezes procura quando se sente triste ou alegre e encontra, porque eu sou assim, de fácil acesso!)

Sejam fênix também!!! Renasça, brilhe, alce voo, acredite. Tudo só depende de você
!!!

Beijo enorme,
Bárbara Castro.

Coração na mão - Deus no comando - Fé

Escrevo como se pudesse evitar o medo
A agonia.
Lembro quando minha amiga me disse que esperava um bebê.
Que medo, que loucura!
Nunca imaginei tão cedo.
Mas sei das vontades de Deus, e por isso eu simplesmente amei.
Amei desde o primeiro instante aquela 'sementinha'.
Como se fosse meu, ou minha.
Assim como ela, esse serzinho chegou assim, sem avisar.
Um sol da manhã com brisa leve.
Torrencialmente, as vezes. Outras, carinhosamente.
Assim eu os vejo.
Que Deus abençoe você, meus amores.

Da amiga e tia,
Bárbara Castro.

PS. Minha amiga teve uma pequena complicação na gravidez, estou de coração na mão e fé em Deus!




Razão x emoção (Sou toda amor?)

Aquele som de água do rio, uma leve brisa cobrindo minha pele de frio.
Que paz!
Na varanda que tanto sonhei em ter, no meio da natureza mais calma.
Ouço, entre o som das árvores e o canto dos pássaros, as teclas enquanto digito.
Um texto sendo construído, talvez nem sequer tenha final.
O momento agora é esse, a busca pela próxima palavra.
Diria 'amor'.
Mas descobri que não sei amar, nunca soube.
Me parte o coração admitir não ter controle da situação.
Amei demais, sem antes olhar para mim.
Hoje só busco o equilíbrio e não o fim.
E de repente ainda amo quando imagino o rosto feliz daquele alguém.
Sorrio ao vento, e em contentamento encerro por hoje.
Vou entrar e fazer um chocolate quente, escutar Chopin, cantarolar, ler!
Talvez eu queria me conectar com o mundo virtual, faço uma ligação?
Digo que tenho saudades?
Ah razão! Por onde tu andas, minha filha?
Poderia estar na balança lado a lado com meu coração.
Mas eu sou toda amor!


Beijo enorme,
Bárbara Castro.

A1 - 2º Período - Jogos Mortais

E acabaram as semanas de prova, mas o pior sempre vem depois: RESULTADOS.
É meus caros, não foi fácil esse início de segundo período na publicidade.
Foram inúmeros trabalhos, uma loucura de correria e a busca da perfeição. Gosto de me dedicar ao que faço!!!

Introdução a fotografia foi essa correria pelas três fotos de acordo com as especificações solicitadas pelo professor, toda semana um novo tema para a arte de bons ângulos.
Já em Produção Gráfica, considerada a matéria mais difícil (porém onde tirei melhor nota 8,8) foram várias criações de Rought (lê-se rafe), de Layout e até Folder. Relembrei um pouco de Photoshop, Illustrator e desenhos a lápis. Mas o conteúdo era o mais extenso, mais complexo. 
Seguindo a tensão das ultimas semanas, cheguei a aula de quarta-feira (HOJE) e nada de professora lançar nota no sistema, estou quase tendo um filho de tão nervosa!!! E medo, um medo incontrolável por minha irresponsabilidade em não me dedicar aos estudos em sala de aula, não fazer meu melhor somo sempre fiz como aluna. Comunicação e Expressão é praticamente Português, onde eu sempre ia muito bem, espero que tenha bom resultado nessa matéria.
E finalizando, ou não, a matéria de quinta-feira é a PIOR MATÉRIA DA MINHA VIDA!!! Empreendedorismo e Cooperativismo, um porre só; Mas é obrigatória e estamos com um projeto de reciclagem de material para decoração, iremos apresentar uma feira em junho e precisamos vender, ter resultados favoráveis e notas finais excelentes!
Para finalmente fechar o ciclo, ontem eu fiz a minha prova da matéria online, e tirei 8. A próxima será em casa aí é mais fácil, essa eu já considero finalizada!

Que venham novos dias e novas conquistas!

Beijo enorme,
Bárbara Castro.

Injução - Como identificar esse tipo textual.

      A injunção se caracteriza pelo fato de a intenção estar voltada para instruir o interlocutor acerca de um determinado procedimento. Possui a ordem, o comando como característica principal (argumentação), mas usa muito da descrição de detalhes ou de características também.

Exemplos de textos injuntivos:
Uma receita de bolo que sua avó passa à sua mãe;
Uma bula de remédio;
Um manual de instrução que você recebe quando adquire um eletroeletrônico;
Determinados capítulos de um livro de autoajuda.

       Entretanto, o texto injuntivo se caracteriza como tal pelo fato de a intenção estar voltada para instruir o interlocutor acerca de um determinado procedimento, mas cabe ressaltar que esse aspecto é voltado para a orientação e não possui essência coercitiva, apenas sugere como algo deve ser feito.  Ao contrário do texto prescritivo, que assume um caráter um tanto quanto coercitivo, imposto, regido por condições inquestionáveis de atuação, ou seja, “proceda sempre dessa forma e não opte por demais alternativas”.


Exemplo de texto prescritivo: Cláusulas de contrato, artigos do código penal, normas/regras gramaticais. 


Beijos enormes,
Bárbara Castro

Argumentação x Dissertação

Como diferenciar?
É o que iremos ver a seguir!

A dissertação tem como objetivo principal expor, explicar ou interpretar ideias. Na dissertação explicamos o que sabemos (ou o que pensamos que sabemos) sobre um assunto: a nossa opinião é dada apenas sobre o que é ou o que parece ser.
Já na argumentação, além de expor o assunto, tentamos principalmente formar a opinião do leitor, e mais, tentamos convencê-lo de que estamos com a verdade através de evidências. 


Dedução  - Condicional  e  Método do absurdo  -  Argumentos Consensuais e retóricos
Indução   -   Enumeração  e  Autoridade  -  Analogia   -  Argumentos, provas materiais    
           Qual tipo de evidência usar (dedução ou indução?) irá depender de seu propósito e do tema a ser abordado. Há temas mais propícios à dedução, assim como há outros que a indução apresenta-se como o melhor método. Outro ponto fundamental na escolha do método é o público-alvo. Eu o conheço bem? Sei seu perfil? Ou não?


A estrutura é basicamente igual a da Dissertação com Introdução, desenvolvimento e conclusão.


Beijos enormes,
Bárbara Castro

Descrição - Características de um texto descritivo

O objetivo da descrição é transmitir ao leitor uma imagem daquilo que observamos. É como compor um retrato por meio de palavras, fazendo com que o leitor perceba as características marcantes do ser que estamos descrevendo e de modo a não confundi-lo com nenhum outro. Consiste na enumeração de caracteres próprios dos seres animados ou inanimados, coisas, cenários, ambientes, costumes sociais, ruídos, odores, sabores ou impressões táteis. 

Exemplos de DEFINIÇÃO / DESCRIÇÃO
      Navio - embarcação de grande porte. (Definição)
      Navio - tinha o casco preto, era baixo, um ar de navio fantasma, muito vagaroso.  (Descrição)
      Mulher - pessoas do sexo feminino, após a puberdade. (Definição)
      Mulher - Não era bonita; loira, nariz arrebitado, alta, tinha 1.80m,      gorda. (Descrição)

Descrição de pessoas: É possível descrever pessoas e personagens, física e psicologicamente:
 Física - fornece características exteriores, ligadas aos traços físicos do personagem:
      altura, cor dos olhos, cabelo, forma do rosto, do nariz, da boca, porte, trajes.
 Psicológica - Apresenta o modo de ser do personagem, seus hábitos, atitudes e personalidade, características interiores. 

Descrição de objeto: Há duas formas de se descrever um objeto:
Enfoque objetivo - O autor reproduz a realidade como a vê. Detém-se na forma, no volume, na dimensão, no tamanho, na cor, no cheiro.
Enfoque subjetivo - A realidade descrita não é apenas observada pelo autor, é também sentida. O objeto descrito apresenta-se transfigurado de acordo com a sensibilidade de quem o descreve. O autor procura transmitir a impressão , a emoção que a realidade lhe causa. 

       Descrição de cena: Na descrição de ambientes, o autor volta-se para as características do lugar onde os acontecimentos vão se desenrolar. Descrever um lugar é detalhar as características e isso pode ser feito focalizando-se vários aspectos:
      Quadro parado : é como uma fotografia do lugar, ideal quando se quer ressaltar detalhes. 
      Quadro em movimento: é como um pequeno filme que passa a nossa frente, ideal para transmitir mais realidade à cena descrita.
      Ambiente externo: é a descrição do exterior ao ponto de referência, é aquilo que está fora,exterior ao ambiente.
     Ambiente interno: é a parte interior do ambiente, apenas o que está dentro das quatro paredes (mesmo as imaginárias).

      As coisas impressionam nossos sentidos com maior intensidade, provocando sensações visuais, auditivas, táteis, olfativas e gustativas.  Algumas descrições subjetivas e/ou misturando os sentidos (sinestesia):

Sensações visuais - Domingo festivo, movimentação feroz, agitação estonteante, corre                               corre barulhento.
     Sensações auditivas - Barulho infernal, motores roncando, pneus cantando, câmbio                                                 engasgando, torcida delirando.
 
Algumas descrições subjetivas e/ou misturando sentidos (sinestesia)
      Sensações táteis produto viscoso, mole como a preguiça, fino como uma dama.
      Sensações olfativas - perfumes importados, cheiro bom de combustível,                                                        hambúrguer aromático.
      Sensações gustativasgosto firme, paladar refinado, sabor de liberdade. 


E aqui finalizo mais um tópico a ser estudado, espero que esteja ajudando.
Quem quiser comentar algo, fiquem a vontade.

Beijos enormes,
Bárbara Castro.

Narração - Características de um texto narrativo.

Hoje vamos falar um pouco sobre as características de um texto narrativo, lembrando que o conteúdo é baseado no material que minha professora da faculdade de Comunicação e Expressão expôs nas aulas.

O texto narrativo caracteriza-se pelo relato de fatos retratados por uma sequência de ações, com o auxílio dos elementos temporais, podendo ser estes fatos reais ou fictícios. Para que este relato seja algo dotado de sentido, o mesmo dispõe-se de alguns elementos que desempenham funções primordiais.
De um modo geral, a narração é estruturada da seguinte maneira:
Exposição – apresentação das personagens e/ou do cenário e/ou da época.
Desenvolvimento – desenrolar dos fatos, apresentando complicações (ponto de tensão) e
clímax.
Desfecho – arremate da trama.

             Elementos da narrativa
       Personagens
 Personagem é uma palavra feminina que deriva do grego persona (máscara). Personagem(ns) são os seres que participam da narrativa, interagindo com o leitor de acordo com o modo de ser e de agir deles. Alguns ocupam lugar de destaque, também chamadas de protagonistas, outros se opõem a elas, denominadas de antagonistas. As demais caracterizam-se como secundárias. 
  •     As personagens se dividem em: linear, complexa (ou esférica), caricatura e não humanas.

Linear – personalidade estável, constante, imutável;
Complexa – personalidade instável, variável, mutável;
Caricatura – personalidade exagerada, excessiva
Não humanas – objetos, animais, sentimentos, quando o protagonista é um ser                                    inanimado ocorre a antropomorfização, que é obtida através do uso                            de prosopopeias, expediente muito comum nas fábulas.

       Tempo
     Retrata o momento em que ocorrem os fatos (manhã, tarde, noite, na primavera, em dia chuvoso). O mesmo pode ser cronológico, ou seja, determinado por horas e datas, numa ordem sequencial e linear - início, meio e fim. Ou psicológico, aquele ligado às emoções e sentimentos, caracterizado pelas lembranças dos personagens, reveladas por momentos imprecisos, fundindo-se em presente, passado e futuro.

       Espaço
     Para  caracterizá-lo, recorre-se a recursos descritivos, de percepção objetiva (sensorial) ou impressão subjetiva (psicológica). Cenário pode ser decorativo e funcional. O cenário funcional é detalhado para a ação e o decorativo, é um espaço de referência, apenas situando onde acontece o fato.

       Narrador
      Ele funciona como um mediador entre a história que é narrada e o leitor (ou ouvinte). Sua perspectiva aliada a seu ponto de vista e ao modo pelo qual organiza tudo aquilo que conta são fatores decisivos para a constituição da história. E,  basicamente, há três tipos que serão vistos a seguir:
Narrador-personagem - Narrando em 1ª pessoa, ele participa da história, relatando os                                    fatos a partir de sua ótica.
Narrador-testemunha – Ele revela ao leitor somente os fatos que consegue observar,                                      relatando-os também em 1ª pessoa.
Narrador-onisciente – Além de observar, ele sabe e revela tudo sobre o enredo e os personagens, até mesmo seus pensamentos mais íntimos, como também detalhes que até mesmo eles não sabem. Algumas vezes limita-se a observá-los de forma objetiva, em outras, emite opiniões e julgamento de valor acerca do assunto. Narra em 3ª pessoa.

       Enredo
     O texto narrativo resulta de duas articulações: a história (sequência de fatos) e o enredo (organização dos fatos). Dessa forma, o enredo é a maneira como o narrador organiza os dados que a história oferece. 

Tessitura narrativa
     De modo geral, responder à tessitura significa que sua narração possui os principais pontos que elucidam (esclarecem) os acontecimentos, os fatos narrados;
     Entretanto, o fato de não encontrarmos respostas a todas as questões não significa que a narração esteja incompleta, ruim (pode ser uma opção estética do autor do texto!)

O QUÊ?

o(s) fato(s) que determina(m) a história;

QUEM?

a personagem ou personagens;

COMO?

o modo como se desenrolam os fatos (enredo);
ONDE?
lugar ou lugares de ocorrência;
QUANDO?
o tempo de ocorrência dos fatos;
POR QUÊ?
a causa do(s) acontecimento(s);

         E aqui finalizamos mais um estudo !

Beijos enormes,
Bárbara Castro.     






Dissertação, o que é e para que serve?

É um dos temas mais estudados, afinal quem nunca fez uma prova de redação do Enem ou de algum concurso? Enfim, hoje eu pretendo expor um pouco sobre Dissertação, material voltado a minha avaliação na faculdade, matéria de Comunicação e Expressão - A1.

Principais características da Dissertação:

1. Divisão em três partes:
Introdução - Apresentar o tema; TFN (1º parágrafo)
Desenvolvimento - Desenvolver o tema através de ideias/argumentos
Conclusão - Arrematar, ratificar as ideias desenvolvidas (último parágrafo)
2. Modelagem ideal para expor ideias, conceitos, opiniões; Volume informacional, texto impessoal, ideias dispostas conforme intencionalidade do autor (sem ordem fixa – texto atemporal).

Introdução: A introdução serve para apresentar o tema ao leitor e apontar o caminho que será usado para desenvolver esse tema. Assim, na introdução temos o tópico frasal nuclear.

Tipos mais comuns de introdução são:
T.F. declaração – Introdução declaração.
T.F. definição – Introdução definição.
T. F. divisão – Introdução divisão.
T.F. pergunta – Introdução pergunta

Mas afinal o que é TÓPICO FRASAL NUCLEAR?
É o núcleo temático do texto. Ou seja,  assunto principal que será abordado. E ELE DEVE SER APRESENTADO NA INTRODUÇÃO!

Porém, existem dois tipos de tópico frasal: o que resume o tema do texto (TFN) e o que sintetiza o tema do parágrafo (TF). 
Exemplo:
TFN – Violência (localizado na introdução)
TF do 1º parágrafo do desenvolvimento – Violência doméstica
TF do 2º parágrafo do desenvolvimento – Violência no trânsito
TF do 3º parágrafo do desenvolvimento – Violência urbana 

Tipos mais comuns de tópico frasal:
Declaração Inicial – A ideia central do parágrafo se apresenta na forma de uma declaração que tanto pode estar afirmando ou negando. E deve ser justificado ao longo do texto.

Definição – Aqui o tópico frasal define, ou seja, enuncia as características essenciais e específicas de determinada coisa. A definição tanto pode ser científica como pode ser fruto de uma concepção particular de alguém (porém há reservas para este último).  - Usam-se informações de terceiros.

Divisão – Este é um modo essencialmente didático de apresentar o tópico frasal. Nele, separam-se as ideias que serão  desenvolvidas. Ou seja, quando o autor expõe que dado assunto se divide em x partes.

Pergunta – Nesta modalidade de redação do tópico frasal faz-se um questionamento, o qual se perseguirá ao longo do texto buscando respondê-lo. (A pergunta sempre vem no final da frase)

Desenvolvimento: Desenvolver o parágrafo é expor de forma pormenorizada a ideia principal deste (tópico frasal). Tal desenvolvimento pode se dar por diversas maneiras. As quatro formas mais utilizadas são por: 

     Enumeração: O autor enumera e detalha a ideia apresentada, e pode-se desenvolver a enumeração das seguintes formas:

 - por descrição - Ele descreve algo.
 - por exemplificação. - Pode esclarecer o assunto proposto e comprová-lo.
 - por dados (números, frações, percentuais) - utilizando números (estatísticas ou dados de qualquer natureza). Sempre indicar a fonte de onde os dados vêm.
 - por lista de características ou por qualquer tipo de lista - o autor lista as ideias.

     Confrontar: Ele desenvolve a dissertação confrontando ideias e argumentos, tal comparação pode ser feita através das semelhanças, das diferenças ou de ambas. 

      Causa e efeito: Desenvolve-se assim o parágrafo, esclarecendo a causa, motivo ou razão, bem como a consequência ou efeito do acontecimento ou fato apresentado como ideia principal. Quando se trata de fenômenos físicos, empregamos os termos causa e efeito; se humanos usamos os termos motivo, razão e consequência.

       Alusão histórica: 
- Argumento por autoridade: Quando inserimos a fala de uma autoridade. (Usar aspas ou discurso indireto)
- Recordação: Citar fatos passado para desenvolver a ideia principal. 

Conclusão: A conclusão serve para resumir e ratificar as principais ideias expostas no texto; São várias as formas de se concluir um texto dissertativo, entretanto cinco maneiras são as mais usadas, sendo elas:

Conclusão Resumo: O redator faz um breve resumo das principais ideias para reforçar os pontos mais marcantes.
Conclusão Proposta: O redator propõe uma solução, um caminho a ser seguido em direção à resolução do problema
Conclusão Pergunta: No final o redator propõe uma reflexão, colocada na forma de pergunta, o propósito maior é deixar/estimular o leitor a pensar.
Conclusão Adicional: Espaço da conclusão é aproveitado para apresentar e/ou desenvolver novas ideias (ainda não comentadas no texto).
Conclusão Surpresa: É o tipo que permite que o espaço de arremate do texto seja usado para dar ares mais poéticos ou irônicos ao texto. É quando se introduz na conclusão um elemento estranho ao tema, porém análogo, que dá um tom mais coloquial, lírico ou engraçado ao texto escrito.     
      
Título: São modelos de síntese, apresentando de modo “abreviado” a ideia principal exposta, o tópico frasal nuclear (TFN). Ou seja, usa-se o TFN para compor seu título, mas sem repeti-lo na introdução. E NUNCA SE DEVE USAR PONTO FINAL EM UM TÍTULO.


Beijos enormes, fiquem com Deus.

Bárbara Castro.

Introdução a Fotografia - Resumo

Olá pessoal, tudo bem?
Hoje vou deixar um resuminho bem simples sobre a fotografia, espero que seja útil.

A palavra fotografia vem do grego que significa 'desenhar com a luz '.


HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA


Câmera obscura ou câmera escura: É um tipo de aparelho óptico baseado no princípio de mesmo nome, o qual esteve na base da invenção da fotografia. Ela consiste numa caixa (ou também sala) com um buraco no canto, a luz de um lugar externo passa pelo buraco e atinge uma superfície foto- sensível, onde é reproduzida a imagem. (O filósofo Aristóteles (384-322 a.C.) constata que raios de luz solar, durante um eclipse parcial, atravessando um pequeno orifício, projectam na parede de um quarto escuro, a imagem do exterior.)


A primeira fotografia foi tirada na França em 1826 por Niepce!

Heliografia: Método criado pelo Joseph Nicephore Niepce que significa 'gravar com o sol' e era uma exposição com média de 8h ao sol para adquirir uma imagem que se apagava com um tempo.
Daguerreótipo: Processo criado por Daguerre, foi um dos primeiros a gravar a imagem de forma permanente.
1839: Paris anuncia a descoberta da fotografia
1840: A Fotografia chega ao Brasil através de Luis Compte e foi ele quem apresentou a fotografia a D. Pedro II (considerado o primeiro fotógrafo do Brasil.)
19/08 Dia mundial da fotografia.

MÁQUINAS FOTOGRÁFICA POR CATEGORIA 

- COMPACTAS (Integram tudo num só corpo)
- REFLEX (Permitem combinar acessórios)

QUAIS OS FORMATOS DAS CÂMERAS

- GRANDE FORMATO: São bastante utilizadas em estúdios fotográficos, fornecem negativos e cromos e suas marcas mais conhecidas são: SINAR, PLAUBEU, CAMBO, ETC.
- MÉDIO FORMATO: São câmeras com negativo de formato 6x6 cm, 6x7 cm, 6x4,5 cm e 6x9 cm. E suas marcas mais utilizadas são: HASSELBLAD, BRONCA, MAMIYA, ROLLEYFLEX, ETC.
- PEQUENO FORMATO: Também conhecida por 35mm, tem enorme versatilidade e rápido manuseio.

CORPO DA CÂMERA 

É uma caixa que abriga as várias partes e protege o filme ou sensor da luz, exceto da que entra pela objetiva.

ELEMENTOS BÁSICOS DA MÁQUINA FOTOGRÁFICA


- BOTÃO DISPARADOR: É o botão do click, que libera a entrada de luz.


- LCD: Display de cristal líquido


- SAPATA: Peça feita de metal que possui um sincronismo, fica na parte superior do corpo da câmera e serve para encaixar o flash eletrônico.


- SENSOR: É quem recebe a luz e fixa a imagem, fica com corpo da câmera.


- OBTURADOR DE VELOCIDADE: Responsável pelo tempo de exposição a luz.

V= B     1/1   1/2   1/60     1/125      1/250 (ex.: 1=segundos e 250=velocidade)
V=B é uma velocidade de longa exposição.

- DIAFRAGMA: É uma 'Iris estática'. Responsável pela quantidade de luz que entra. São finas lâminas que se localizam na objetiva, e que permite a regulagem da intensidade da luz que irá atingir o material foto sensível.

Quanto menor o número do diafragma (f) maior a quantidade de luz.
f. 1.8 / 2.4 / 3.5 / 5.6 (Diafragma aberto – noite)
f. 8 / 11 / 56 (Diafragma fechado – dia)

- OBJETIVAS

OLHO DE PEIXE: Enorme ângulo de visão, distorção nas extremidades.
As mais comuns são: 6 mm, 8mm, 10mm e 12mm

GRANDE ANGULAR: Ângulo de visão amplo, boa para foto de paisagem e locais pequenos, e ótima para trabalhar com profundidade de campo.

As mais comuns são: 18mm, 20mm, 24mm, 28 mm e 30mm.

NORMAL: geralmente apresenta imagem semelhante ao olho humano, tem distância focal igual ao tamanho da diagonal do filme e formato do sensor.

As mais comuns são: 35mm, 40mm, 45mm, 50mm e 55mm. (A 50mm tem a visão mais igual ao olho humano)

TELEOBJETIVA: Tem grande distância focal, ótima para fatos de longos alcances, muito usada para fotojornalismo esportivo e é ótima para fotos sem profundidade de campo, para essa objetiva é aconselhável usar o monopé. É dividida em três tipos:


  • Normal: 60mm, 70mm, 80mm e 90mm
  • Média: 100mm, 135mm, 150mm e 200mm
  • SUPERTELE: 300mm, 400mm, 500mm, 600mm, 800mm, 1000mm e 1200mm
MACRO: Para fotografia de pequenos seres ou detalhes, pode fotografar no tamanho natural ou aproximando a objetiva do que deseja fotografar para aumentar.
As mais comuns são: 100mm (macro), 135mm (macro), 150mm (macro), 180mm (macro) e 200mm (macro).

ZOOM: Os tipos são :

Ultrasonic: 28 – 80 mm
Sigma: 12 – 24 mm
Canon: 10 – 22 mm
Nikon: 12 – 24 mm

Dicas: Boa profundidade de campo: Diafragma fechado e objetiva grande angular

Sem profundidade de campo: Diafragma aberto e teleobjetiva

ISO: É a sensibilidade do filme (ou no caso da fotografia digital, do sensor) à luz. Quanto menor o número, menor é essa sensibilidade. Consequentemente, é preciso muito mais luz para a fotografia ficar clara. Se o ISO é aumentado, a sensibilidade do filme, ou sensor, aumenta também e com menos luz é possível captar a cena desejada. 

Exemplo para uso do ISO = 100 e 200 (dia) / 400 (noite)

FOTÓMETRO: É a técnica usada para “MEDIR” a quantidade (ou intensidade) de luz em um ambiente. A “LUZ” é a principal matéria prima da fotografiaO FOTÔMETRO  tem uma escala de (-1-2-3… 0 +1+2+3…) para a leitura correta da luz o ponteiro ou “tracinho” precisa ficar no meio ou no 0 (zero).



Então é isso, um resuminho bem simples para entender melhor como funciona uma câmera fotográfica e alguns recursos.
Aceito opiniões e troca de informações, se por acaso houver qualquer erro, também estou aberta a avaliações. (Aqui não tem estresse! risos)

Segue um link bem legal para entender como funciona o diafragma e obturador http://www.tecmundo.com.br/8354-fotografia-diafragma-e-obturador-os-olhos-da-camera.htm


http://www.fotografia-dg.com/qual-o-segredo-para-desfocar-o-fundo-de-uma-foto/


Beijos enormes,

Bárbara Castro.