Melhor morrer de amor!

Amor!
Tão belo quanto as pétalas de uma rosa.
Ou o vento que sopra o ipê e torna o chão amarelo.
Tão distinto e autentico, é o amor.

Escrever sobre um sentimento tão puro.
É olhar de vez para um céu escuro.
Dizer que amou, mas nunca amou o bastante.
Pois o amor não tem distância ou limite, vai além.

Difícil falar sobre o que me consome.
O sexo aqui não convém.
Não é amor por mulher ou homem.
As vezes, é apenas paixão que essa relação tem.

Amor é para sempre.
É sincero e honesto e, por vezes, intuitivo.
São ainda as lindas rosas vermelhas ou amarelas.
Com suas pétalas caindo ao vento.

Acho que repito a cada segundo.
Para muitos isso é um tormento.
Por medo de perder a todo instante.
Amo como se não houvesse outro momento.

Ser adulto é ter medo.
É aprender o que a criança nasce sabendo.
Exposição nem pensar!
Quando se trata de amor, o adulto há de relutar.

Meu medo é perder o chão que piso.
A alegria por um olhar.
Tenho medo de me tornar adulta demais.
E um dia deixar de amar.

Se amar fosse ruim, até entenderia.
Só que amor de verdade é melhor que respirar.
É dor que faz sorrir, é cegueira que nos faz enxergar.
É deixar a alma dançar sem música, apenas pelo prazer de amar.

Ame!
Esse é meu conselho, melhor morrer de amor!

Beijos enormes,
Bárbara Castro.



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