Mente.

Não mente.
Mente.
Não, mente!
Ah, mente.
Submissa, isolada não é nada.
Não mente.
Invente, crie, planeje.
Ah, mente.
Cansada, exausta, desliga.
Mente!!
Religa, cultiva, explora.
Não mente!
Atrofia, para, retrocede.
Mente?
Espírito, pensamento, entendimento.

Power Off.

Escrever algo não significa compreensão instantânea, aliás, quando escrevemos desejamos que alguém, lá no fundo, entenda o que sentíamos naquele instante, ou talvez entenda como se fosse o próprio autor em um comparação do que vive. 
Esse texto o escrevi após um longo dia de trabalho e aula na faculdade, depois de um exaustivo trabalho mental, não me senti ao término do dia cansada fisicamente, pois seria capaz de dar uma corrida pelo quarteirão, mas o cérebro precisava respirar, precisava descansar e se restabelecer, então, mesmo acreditando que não era capaz de escrever ou pensar eu decidi escrever, ir além do que estipulei meu limite, e daí nasceu um texto, uma maneira de expressar o que sentia, loucamente. 
Não sou alguém excepcional, nem tão pouco profissional, não tenho currículos extensos nessa área, na verdade, escrevo como hobby, como prazer ou válvula de escape.  E resolvi publicar para guardar esse instante, essa sensação, este dia.  

Enfim, espero que alguém goste, não tanto quanto eu, mas um pouquinho que seja para fazer-se leitor até a última palavra. 

Beijos enormes, fiquem com Deus.
Bárbara Castro. 

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