Guerra Doce - Peça em cartaz no Teatro Fashion Mall - RJ

Em 06 de agosto de 2015 (ontem) eu tive o prazer de apreciar, durante sua estreia, a peça teatral Guerra Doce, escrita por Edu Porto, dirigida por William Vita e em atuação, ambos juntamente com Kel Braga.
Ainda me sinto extasiada com a emoção que os atores transpareceram, o texto envolvente e especialmente pelos detalhes ao longo das cenas.

Falar sobre teatro é algo fascinante, apesar de não sido boa atriz nos meus dois anos de teatro, por me faltar mais desenvoltura e liberdade, eu sempre amei essa arte. (Dentre tantas outras)

Mas voltando a Guerra Doce, que ficará em cartaz no Teatro Fashion Mall nos meses de agosto e setembro, todas as quintas-feiras às 21 horas, eu gostaria de dar meu ponto de vista amador.

O texto fala sobre a vida, e há de convir que, além riso garantido também arrancam lágrimas, muitas por sinal. Eu tentei controlar a emoção mas é bem difícil.
Assim como a vida, na peça também existe alguns momentos tocantes, eu diria até, asfixiantes. Me faltou ar quando o personagem André conversa com Deus, é uma cena muito envolvente, muito tocante, que grita dentro de nós, mesmo possuindo fé ainda somos balançados quando algo parece que nos desmonta de corpo e alma. E no caso de André, foi uma doença terrível, singularmente para aquela época. Sim, vocês entenderam, existe uma linha de tempo durante a peça, que se incia na final da copa do mundo de 1994, exatamente naquela tensão dos pênaltis e termina .. Bom, vão lá assistir essa deliciosa peça, reflexiva, tocante, e depois se perguntem se não foi mágico!?

Existe alguns detalhes que gostaria de sentar com o autor para tirar dúvidas. Não sei se sou muito detalhista ou se aquilo tinha sim um sentido para as emoções da cena, exemplo de um chinelo em cena que fica ali sobre o tapete, como se pudesse ser a única coisa que lembrasse do amor, porque a após uma separação tumultuada ocorre uma mudança na cena propositada pela personagem da Kel como tentativa de fazer o André esquecer do seu amor, mas o chinelo continua ali.

E o que foi aquela pipa sobre a platéia? (Não conto mais nada! Só assistindo..)

Enfim, gostaria de dividir com todos o que gostei de ver, quem tiver oportunidade de visitar a página deles no facebook, caso queiram conhecer melhor, mas o convite especial é para assistir a peça, que é linda e tenho certeza que vão gostar! Assim como eu.
Então, quem estiver programando algo para as próximas quintas, aqui pelo Rio, aproveitem a dica e lance-se nesse mundo chamado Guerra Doce!

Beijos enormes,
Bárbara Castro.


PS. Não estou ganhando nada em escrever sobre, aliás, esse blog é usado somente no intuito de dividir algumas ideias.

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