Vida

A vida.

Desde da intensa corrida ao óvulo até o último suspiro.
Há quem acredite numa eternidade. (Eu acredito!)
Nascer, crescer e morrer, dentre tantos outros detalhes, conseqüências e etcétera.
Viver não é como deixar o vento levar, não! É muito mais grandioso.
Quando plantamos uma semente aprendemos que, precisamos de terra boa, regar freqüentemente, precisamos por vezes podar, cuidar para que outro seres não a desperte feridas.
E de repente aquele cuidado se torna amor. Pois não há vida sem este ingrediente.
Não se vive sem amor, até mesmo a árvore mais independente, cultivada ao alento, nascida de um caroço jogado ao chão por simples descuido, até mesmo ela sobrevive de amor. Seja do carinho solar ao luar.
Muitos de nós interpretamos mal este sentimento, quando calculamo-los a somente relações extraconjugais. Amor não é restrito, não é algo que se limita, que se dar nome concreto.
Uma vida sem amor é existência.
E quem deseja apenas existir? Respirar e inspirar sem nenhuma percepção do ar circulando nos pulmões, no sangue, sem valor algum a esta máquina chamada organismo, ou aos dias, aos momentos, ou olhares, paixões, mãos dadas, beijos, afagos, palavras.
A existência limita, a vida expande.
Creio que vida deveria se escrever com V maiúsculo, para dar ênfase ao seu incomensurável valor.
Quem inventou o aniversário não pensou sobre os mais detalhados fatos da vida, que acontecem em segundos, minutos, horas, dias, meses.
Aniversário ou ano novo pessoal é uma data para se comemorar o que passou ou o que passará? Ou é simplesmente algo para motivar uma festa, bebidas, amigos, música?
Não que tudo junto não seja bom, e é! Festa é muito bom. Mas então por que não fazer festa todo dia? Por que não festejar toda hora, todo segundo? Por um simples descuido um segundo pode ser o último. Ou uma palavra proferida em um segundo pode destruir uma relação. Muitas coisas acontecem em apenas um segundo. Boas e ruins.
Não falo que precisamos festejar todo segundo com grandes festas e muitos amigos, não! Nada de sair comprando o estoque inteiro do mercado para as festas infinitas. Mas que tal festejar cada segundo com um sorriso, um agradecimento, que tal uma festa mental, um bem a alguém, um aprendizado?
Uma vida sem aprendizado é um bebê que nunca deixa de engatinhar! É uma criança que não aprende a falar.
VIVER É UMA CONSTANTE EVOLUÇÃO.
Do erro ao acerto, do erro ao erro até chegar ao acerto. Para quem não sabe desistir, há de haver um acerto!

Viva, viva esta vida tão intensamente, tão descritiva que um segundo fará total diferença. 
Ontem deixou saudades, mas e hoje, qual vai ser?


Beijos enormes,
Bárbara Castro.


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