Falso Moralismo

Quem somos? Qual nossa verdadeira personalidade?
Conheci algumas pessoas ao longo da vida que nunca souberam responder tais perguntas ou que, de alguma maneira, acreditam fielmente em caráter imaginário, acreditam no que desejam ser. Infelizmente nem todo mundo já parou para se perguntar quem é de verdade, do que gosta, como gosta, o que faz para conseguir, se precisa estar por cima de alguém em alguma situação ou se é irrelevante?!

O ser humano é um dos seres mais inteligentes, mais capacitados mentalmente. E considero, o único ser que em sua maioria não utiliza 3% dessa inteligencia, especialmente em favor do bem.

É, quem sou eu?

Eu sou alguém que vive a alegria sem pensar no amanhã, esquece perdidamente de abrir os olhos, que se entrega aos poucos e depois aos poucos percebe que já se entregou quase que total.
Infelizmente, hoje em dia, isso não é uma qualidade. É mais um erro de cálculo.

Conheci uma pessoa que me ensina até hoje a pensar em que desejo ser, e provavelmente, eu não desejo ser como ela, não desejo viver uma vida baseada nas alheias, não desejo necessitar estar por cima ou por baixo, eu preciso e quero estar do lado, estar acompanhada de quem anda no mesmo ritmo, ou até mesmo, em ritmo mais acelerado. A vida não é sombra, não é dividida.
É ÚNICA PARA ESTA OPORTUNIDADE!

Estou mesmo muito chateada, muito triste por ter a decepcionante oportunidade de aprender com ela, poderia ter caminhado por outra via, só pra não topar com alguém tão imaginário. Alguém que vive a esperança alheia e necessita de palco, holofote, aplausos. Mas eu aplaudo de pé, é exuberante a performance desta pessoa, é incrível como criou uma novela mexicana tão perfeita, e mais incrível, que é achar que existe alguém aqui sendo manipulado. NÃO! Eu tô só com raiva, decepção mesmo nem tive desta vez, porque teria? Eu já vi essa novela umas três vezes.

É, uma pergunta: Quem é você de verdade? Você sabe ou finge ser alguém que desejaria ser?


Eu, Bárbara, sou intensa nas minhas emoções, procuro ser sincera comigo mesma. Porque minha consciência é a amizade que mais zelo, e dela não desejo decepção. Então aprendi que, diante dela eu faço aquilo que tenho vontade, claro que, busco não maltratar ninguém com palavras duras, dissipo a raiva que vier e a torno em força. Amo amar! Sou alguém de uma fé diferenciada, que ao cair, levanta sempre mão em busca de apoio, e acha!
A raiva que senti hoje, pela tal pessoa infeliz que surgiu de repente de maneira calculável, se dissipou. Porque se era essa a intenção, ah, meu amigo, falhou!


Cuidado, meus caros, tem gente que ilude com um sorriso, mas se aproveita com uma palavra simples de carinho, e reina sobre o falso moralismo.


Bárbara.



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