Minha bebêzinha!

"Bebêzinha"
Conheço pessoas com maior facilidade em desenhar, eu não!
Mas o difícil me encanta, e apesar de não ter ficado tão perfeito quanto gostaria é exatamente este desenho que me enche os olhos de emoção por tê-lo hoje emoldurado na parede do meu quarto.
Lembro que antes de terminá-lo, ainda na hora do almoço eu liguei para uma pessoa de tamanha importância em minha vida e a disse assim, com estas palavras: "Agora eu tenho a minha própria bebêzinha!". Lembro que falei isso entre risos, e imaginando que meus dotes de 'mãe'tão precários teriam uma emoção à parte. Este é meu primeiro desenho do qual sinto tanto orgulho, pode parecer bobagens, mas antes que supere algum desafio continuará pensando assim. Antes deste eu jamais concluí outro com o rosto totalmente completo, para meus amigos de escola recordarem, eu rabiscava as orelhas das minhas apostilas com metade de muitos rostos, nunca fazia-o por inteiro. Até o "Eu tranco a porta", desenho meu que recebeu o nome de uma musica da qual gosto muito, é feito pela metade de uma face, sendo que a outra se esconde por traz da porta.

Bom, certamente que o dom de desenhar não foi  direcionado a mim, eu sou apenas alguém em busca de uma alegria pessoal, e algo que me dar muito prazer é sentir o lápis transformando um papel em branco numa imagem absolutamente admirável, não apenas pela beleza em si, mas também pelo encanto daquela transformação.
Este desenho recebeu o nome de "Bebêzinha", uma singela homenagem a alguém que aprendi a amar pelo simples fato de existir em minha vida. E talves pelo simples fato de eu acreditar que um dia numa outra vida eu a chamei, com total convicção, de minha bebêzinha.

Aparti deste momento, deste desenho e de tudo que me envolve, decidi não assinar mais como assinei os outros post's.

Beijos enormes,
Bárbara Castro.

Pensando na bbzinha! rs

Tudo que eu conheço e/ou já vivi, nada é tão mais lindo que o amor que existe entre uma mãe e seu filho, ou melhor, amor de mãe!
Será uma ousadia falar sobre este assunto, já que ainda não sou mãe! Aos vinte e dois anos de idade, eu ainda sigo um caminho muito mais consciente em relação a formar uma família. Mesmo sabendo que nesta idade existe, estatísticamente, milhões de mães, não apenas de um único filho. Mas não pretendo falar sobre isto extamanete.

O infinito amor que existe, o carinho e dedicação, um amor sem medidas. Amor de mãe é o maior amor que existe! E apesar de não ser mãe, eu me sinto feliz em falar sobre isto, já que sinto um amor, senão igual, mas muito semelhante ao amor de mãe.

Sabe o que é sentir o coração explodir de alegria só de ver um sorriso feliz? A sensação de querer ter nos braço embalando, mesmo que aquela pessoa seja adulta e maior que você? Quando penso nesse amor eu sinto como se ele pudesse crescer ainda mais, mas ao mesmo tempo é como se ele fosse gigante e do tamanho do universo! Esse amor me traz um sentimento de prazer, é algo mesmo inesplicável, eu jamais poderia ser capaz de falar exatamente o que é este amor. Mas posso falar exatamente o quanto de bem que ele me traz, o quanto de felcidade ele me beneficia, amor de mãe ou não, jamais saberei, talvez um resquício de uma vida passada, talvez uma lembrança, talvez um engano, mas seria o melhor engano que eu poderia querer!

Ser mãe deve ser muito gratificante, deve ser a melhor sensação que um ser humano pode ter, e sorte de nós mulheres, que podemos gerar carinhosamente um ser que será como a nossa alma, e nós lutaremos pelo melhor e para a felicidade deles!

Eu sei o quanto de amor há em mim, pois os diversos amores que existe são cada um com seus detalhes a mais, mas o doce amor que vibra em mim, esse amor é tão semelhante quanto o amor que as mães sentem que eu mesma não saberia diferenciar!
AMOR INESPLICÁVEL, AMO APENAS POR QUE TU EXISTE! Ai que amor é este que me lança à a alma a melhor sesação de prazer apenas por senti-lo? Que amor é este que necessita de cuidados e atenção, que gera a felicidade da nação se assim preciso for? Amor, amor, amor...não existe nada melhor!!!

TE AMO!!!

Beijos enormes, fica com Deus...
Bárbara Pontes.