A CABANA - Livro Espetecular!!!



Ontem, antes de dormir, eu terminei de ler as últimas letras do livro A CABANA do autor William P. Young. O qual havia começado a leitura na noite de sexta-feira passada.

Fiquei impressionada com o assunto abordado no livro, algo absolutamente incrível e tocante. Um livro que não deixa a desejar, com temas que nos invadem o pensamento todos os dias de nossas vidas. Como o próprio personagem principal diz, "Se você odiar esta história, desculpe, ela não foi feita para você.". O livro foi escrito após um fim de semana diferente de todos os outros já vividos. William, que é o escritor, é também amigo de Mackenzie, o personagem principal. E foi Mack que o procurou para fazer este pedido em especial: escrever um livro.

Certa vez eu li a sinopse deste livro e fiquei extremamente interessada na leitura. Foi algo engraçado, porque estava totalmente baixo-astral, na sexta-feira passada, quando recebi a proposta de lê-lo. E agarrei-o com força total, lendo na minha primeira noite até às quatro horas da manhã, sem que pudesse ter o limite de parar. O livro me mostrou um ponto que eu jamais pudesse acreditar ser as resposta para cada lágrima derramada inutilmente.

"A tristeza é um muro entre dois jardins" - Khalil Gibram.
(E para complementar, gosto de citar em seguida a seguinte frase: PULE O MURO E EM QUALQUER LADO ENCONTRARÁ ALEGRIA!).

O livro é baseado em respostas divinas, do próprio pai celestial, o nosso PAPAI do céu. Ele nos responde perguntas que em muitos momentos da vida tivemos o questionando. E aparece na imagem mais humana que possamos imaginar, para que tenhamos facilidade de aceitá-lo e amá-lo abertamente e em primeiro lugar, dando-nos a oportunidade de viver nEle e Ele em nós.
Mas estou aqui citando -NÓS- quando na verdade o próprio MACK nos representa perfeitamente bem.

A CABANA é uma espécie de livro de auto-conhecimento interior. Gosto de pensar nele desta maneira, pois o que eu aprendi com a leitura jamais será esquecido, vou tentar de todas as maneiras possíveis cultivar cada palavra dentro de mim e em minhas ações.

Quem tiver oportunidade de lê-lo, faça agora, não espere o tempo passar, leia-o calmamente e saiba digerir as palavras, as conversas e os ensinamentos. E nunca pense que este livro te dará opinião própria, você mesmo a terá formado assim que o terminar. E estará tão quanto eu, vislumbrada na leitura.

APROVEITEM!!!
Beijos enormes,
Bárbara Pontes.

Viver ou existir?

Dizem que uma folha não cai ao chão sem que Deus a tenha permitido. Apesar de muitas vezes a tristeza esconder bem esse sentido, e de derrotar toda a alegria daquele instante, eu acredito plenamente nesta palavras. Sei o quanto Deus vive dentro de nós e por nós. Eu tenho conhecimento da sua força, do seu amor e da sua fidelidade com cada um de nós. Estava escrevendo um pouco, como há tempos não fazia, de papel e caneta na mão. Imaginando a diferença entre duas palavras simples que, para mim, têm singnificados diferentes. E pesquisando no google, eu descobri um texto belíssimo o qual gostaria de dividir com vocês.

Chama-se VIVER OU EXISTIR?

Um dia eu pude perceber que existe uma enorme diferença entre ver e enxergar, ter e ser, ouvir e escutar, andar e caminhar, desejar e querer. Descobri também que viver e existir são coisas inteiramente distintas.

Algumas palavras podem ter o mesmo sentido ou finalidade quando incluídas em uma oração qualquer, parecendo a muitos uma questão de semântica ou de palavras afins.

Mas de fato há uma sutil distância entre entender e captar a essência daquilo que nos foi mostrado.

Os fatores subjetivos, aquilo que está subliminarmente compreendido, precisam ser melhor interpretados por quem não conseguem enxergar o âmago daquilo que foi exposto.

Ninguém mesospreze a força do "oculto" que reside nas "entrelinhas", por exemplo.

Portanto, quando alguém fala que viu, não significa que enxergou o que deveria.

Há distâncias infindas aí.

Quando andamos não quer dizer, necessariamente, que caminhamos. Andamos às vezes sem ter o menor objetivo traçado, sem nenhuma meta a ser atingida.

E ao ouvirmos um som qualquer não implica jamais em afirmarmos que escutamos. Escuta aquele que sente, aquele que busca ouvir o que não foi dito; o que ficou implícito.

Há muita gente ouvindo por aí sem escutar absolutamente nada. Esses pequenos exemplos nos remetem à seguinte reflexão:

Viver e existir são fatores completamente opostos.

Existir é o mesmo que passar pela vida sem tê-la vivido de forma correta e intensa. Aquele que apenas existiu esqueceu de se fazer presente no livro da história, digna e plenamente. Simplesmente passou despercebido. É lamentável vir ao mundo e ter perdido a chance de ter vivido satisfatoriamente.

Viver é realizar-se plenamente, sempre voltado a ações que engrandeçam o ser humano. Vive aquele que se sente parte integrante do universo. Viver quem faz de tudo para ver a alegria estampada na face do outro. Viver é sentir prazer em amar a Deus sobre todas as coisas. Vive quem ama e respeita a natureza e todas as formas de vida. Vive quem pratica só o bem. Viver é amar sempre, sempre! Vive aquele que estende a mão ao amigo que necessita. E é certo que quando estendemos a mão ao nosso irmão, Deus nos estende a d'Ele de imediato.

Viver e existir são diferentes em essências.

Beijos enormes,
Bárbara Pontes.

Mais um dia.

Eu tenho um msn onde guardo cuidadosamente meus amigos mais interessantes numa pasta reservada e chamada de FAVORITOS. Eles são todos desbloqueados e assim que entro sempre me clicam perguntando como estou. Pra os que não sabem, o msn é uma ferramenta muito ultilizada para comunicação via internet, onde é possível se comunicar com vídeo, audío e digitando. Tem diversas funções, e numa delas há a possibilidade de escrever uma frase, seja letras de música, versos e seus pensamentos diários.
Hoje eu entrei no meu e vi uma que me chamou muita atenção. Dizia assim: "Amor, amor, amor...Tantos falam, mas poucos sentem!!!". Era a frase de uma pessoa que tem importante papel neste blog, talvez a personagem mais citada por aqui.

Enfim, estava pensando o quanto a de decepção dentre nós, humanos, quando o assunto é amor. Nós mesmo reclamamos da vida quando somos integrante principal de tê-la bem cuidada. Aí me veio na cabeça a possibilidade de reclamar do que somos. Porque não sabemos se amamos verdadeiramente ou não, e se sabemos? Será que não estamos magoando alguém por aí? Será que esse amor não deve inciar por nós mesmo? Ou será que não somos capazes de ensinar?

É, o amor é um sentimento raro mesmo, e de difícil entendimento. Eu não sei se amo como deveria amar, porque os resultados da minha forma de amar estão cada vez mais infelizes. Ou será que sou que estou?
Já não sei se amo amar, mas sei que vou continuar amando desta maneira até aprender uma outra.

Para você, amar é fácil? Sentir o amor transbordar é simples? Ser amado é raro? Como é para você?????

Beijos enormes,
Bárbara Pontes.