Recebi esse texto na página de recados do meu orkut, e por achá-lo bastante interessante resolvi postá-lo aqui. Quem sabe alguém não se identifica como eu me identifiquei, e também não tenta aprender um pouco com ele.

Auto-estima: Você se valoriza? - Osvaldo Shimoda

A auto-estima está ligada ao valor pessoal, isto é, o quanto você se valoriza ou não. Em outras palavras, é o quanto você se sente bem cosigo mesma.
Aprendemos a medir nosso valor pelo tamanho da conta bancária, dos cargos, títulos, status, conhecimentos, intêligencia e padrão de beleza física.
Atraves desses atributos, passamos a maior parte de nossas vidas nos comparando com os outros. Desta forma, se você não possuir estes atributos, não se sentirá bem, não terá uma boa auto-estima.
No meu entender, valorizá-se verdadeiramente não tem nada haver com os outros, mas somente consigo mesmo.

Veja o caso da cirurgia plástica. Na verdade, a plástica não garante uma boa auto-estima, pois quem não gosta de si continuará se vendo negativamente. Neste aspecto, a plástica não foi feita para gerar auto-estima, e sim para celebrar a auto-estima que tem dentro de você. Portanto, valorizá-se é algo interno, uma conquista, um trabalho interior, esse trato amistoso conigo mesma. Ou seja, é ter um profundo respeito e apreço por si, sendo verdadeiro, sendo amigo de si mesmo, ficando sempre do seu lado, principalmente diante de críticas alheias.

Também é não se criticar ou, condenar-se o tempo todo quando se erra. É se perdoar, não guardando mágoas, ressentimentos de si mesmo quando algo dá errado em sua vida.
Enfim, é ser verdadeiro, honesto com você, aprendendo a dizer não diante de um pedido que você não está afim de aceitar ou que de alguma forma vai lhe prejudicar.
Ser honesto é ser íntegro, inteiro, é não ficar dividido odiando seu trabalho, sua profissão, mas continuando a exercê-la; é deixar de viver com um parceiro tóxico, desqualificador, que a destrata, humilha, agride-a física e/ou verbalmente. São exemplos do quanto você não está sendo honesto, íntegro consigo mesmo.

(...)

Como havia dito logo no ínicio, eu me identifiquei muito com esse texto, INFELIZMENTE. Eu diria que se identificar voltada para a auto-estima seria um grande privilégio, mas minha identificação foi totalmente o contrário.
Eu, filha única de pais jovens, sempre fui criada no meio dos primos mais velhos que eu ou sozinha em casa. Crianças que brincam sozinha, normalmente falam sozinhas também, o que chega a ser engraçado de lembrar, mas eu falava!
Sempre quiz ter inúmeros brinquedos, graças a Deus, meus pais deram-me o suficiente para eu crescer digna, porém faltou um ensinamento, o mais importante de todos: Que eu, ainda criança, necessitava aprender a ter amor próprio e valor pessoal. Não que eu não tenha amor próprio, é que não valorizo minha própria companhia, muitas vezes não me acho tão interessante, enfim, só sei de uma coisa, VIVER É APRENDER, E APRENDER É SABER QUE O TEMPO É NOSSO ALIADO...

Vou vivendo e aprendendo, qualquer dia desses eu apareço e escrevo assim: APRENDI... UHUUUUUUUU !!!!!

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