Não posso parar de escrever!

Hoje, neste momento, eu deveria estar estudando, revisando as matérias, lendo e relendo algumas apostilas, entretanto estou aqui pelo simples fato de querer escrever.
Ontem antes de dormir eu estivesse pensando em como Deus, muitas vezes, vira um enigma na cabeça de algumas pessoas.
Certa vez um homem disse-me que não acreditava em Deus, que para ele, Deus não existia. Foi aí que cometi um grande erro, tentei encontrar Deus na vida dele. Falei de amor, pois ele garantiu-me que amava sua filha, falei do vento, que ao soprar nossos rostos apenas sentimo-os. Mas de nada adiantou, por que alguém que não acredita em Deus só poderá acreditar quando, sozinho, puder encontrá-lo.

Eu acredito muito em Deus, e não foi apenas pela minha criação. Há algum tempo eu venho me questionando sobre, não a existência, mas o local onde ele vive. Fui criada dentro de uma religião que diz que Deus mora no céu, apenas no céu, mas que está, também, ao lado de cada um de nós. Quando criança eu brincava de perguntar em qual lado ele estava naquele momento, do lado direito ou do lado esquerdo?
Quando tiver filhos direi que Deus vive dentro de cada um de nós, falarei que Deus não mora no céu, por que o céu é absurdamente longe, direi que Ele é simples, que é o único capaz de amar de olhos fechados, mas que ensina isso a nós diariamente. Contarei ao meu filho que Deus nos ama de maneira igual, nem mais nem menos. Que Ele é puro amor, que vive a nos beijar a face, que é o nosso melhor amigo, que sabe nos ouvir como ninguém e que nos entende perfeitamente bem. Que é o pai mais amoroso e dedicado, que nos dar oportunidade de andar com nossas próprias pernas.

Esse pai tão maravilhoso que nos deu livre arbítrio nunca castigou ninguém. Ele está dentro de cada um de nós, independente de raças, crenças, ... Porque para Deus só existe uma raça, a raça que tem VIDA.

Imagino um pai que criou seu filho e lhe ensinou coisas boas, bons sentimentos e o caminho para a felicidade, que depois de certo tempo, esse pai colocou seu filho com os pés no chão e lhe permitiu andar sozinho. O filho tombou algumas vezes, levantou sozinho e seguiu a andar. Bem lá na frente ele teve que mostrar o que levava dentro do coração, mas não soube reconhecer o amor do seu pai, não deu valor aos ensinamentos e quiz passar por cima de quem ainda estava engatinhando. Cresceu, forte, imaginava-se uma pessoa independente, entretanto seguiu um rumo diferente do qual o pai havia lhe ensinado. O tal filho não sabia amar o próximo, era ambicioso e certa vez tombou novamente, como da primeira vez. Levantou-se e seguiu para a mesma vida que já seguia. Levou outros tombos, mas apenas resmungava algumas palavras e continuava a seguir. Certa vez lamentou-se, "Deus não me ama, talves nem exista. Como posso crer nele se vivo a tombar?". Esse filho nunca parou para pensar que Deus sempre esteve com ele, que talves seu primeiro tombo fosse uma ajuda imediata para que ele pudesse retornar e seguir um caminho diferente. Seu pai era Deus, seus sentimentos eram bons e a felicidade estava tão próxima que ele passou por ela despercebido.

Aí me pergunto, como posso não acreditar em Deus, se quando acredito a alegria floresce, a minha alma irradia luz, os meus olhos sorriem, meu amor transborda, como posso não acreditar se quando acredito tudo dar certo, se quando acredito tenho plena convicção de que nem tudo poderá ser feito, já que não sou filha única e o amor dele é para todos. Não me imagino eu sem Deus ou Deus sem mim. Já que somos dois em um! Já que sozinha não chegaria a um, mas a meio (¹/2). Temos mania de sair pedindo tudo pra Deus, e quando não acontece o que queremos dizemos que ele não gosta de nós. O que não sabemos é que nem tudo que pedimos é bom ou favorece todo mundo. Mesmo os que não acreditam nele sabem ouvi-lo.

Bom, se eu continuar a falar de Deus não haveria mais espaço por aqui para outro assunto. Falar do meu melhor amigo é uma das melhores coisas na vida, porque vê-lo no amor que transmito as pessoas que amo é sentir-me mais amada ainda. Engraçado, quando damos alguma coisa ficamos em falta, não é? Com amor é diferente, quando damos amor recebemos uma quantia em dobro. E mais engraçado ainda é que quase todos os meus textos daqui sempre terminam em AMOR...risos.

Um beijo grandão a todo, espero que entendam cada palavra que escrevi, se houver erros, avisa-me porque não passei o texto pela revisão...risos.
(Bárbara Pontes)

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