Todos nós possuímos defeitos...

Hoje eu quero abordar sobre um assunto nada agradável, porém muito interessante em nossa vida pessoal e até mesmo emocional. É sobre defeitos que abordarei em meu texto hoje. Esses últimos dias eu percebi que somos incapazes de enxergar os nossos próprios defeitos e consequentemente incapazes de consertá-los, de modificá-los diante de algumas circunstancias.
Defeitos todos nós possuímos, aliás, não há neste mundo alguém perfeito, e se eles existem são para serem superados e corrigidos. Mas não somos nós que corrigimos os defeitos alheios, só somos permitidos intimamente a corrigir os nossos próprios inúmeros defeitos. Já que todos possuem tantos defeitos, por que se ocupar com os alheios?

Neste sábado nublado eu compreendi que as coisas não caminham como gostaríamos, descobri que as pessoas julgam os defeitos alheios como se fosse à coisa mais natural, percebi que não adianta conversar quando há a presença indesejável da mágoa, da angustia ou da depressão.
Somos incapazes de perceber quaisquer realidades quando se é tomado pela raiva. Falamos coisas horríveis, ouvimos terríveis e angustiantes frases, é impossível perceber que as palavras ditas jamais são apagadas, e sempre são relembradas em futuras desavenças.
Há quem goste de falar aquela velha frase “Errar é humano”, eu até concordo que errar é humano, mas cometer o mesmo erro inúmeras vezes não é humano é muita falta de humanidade.
Falar de defeito é também falar de humildade (um assunto que gostaria de postar futuramente), existe uma ligação entre estes dois complexos assuntos, afinal para aprender com o próprio erro é necessário ter humildade para admiti-lo.

Não quero alongar-me tanto sobre este assunto, eu gostaria mesmo é que quem o lesse pudesse repensar um pouco mais sobre as próprias atitudes e os próprios desacertos.
Uma vez resolvi escrever num papel todos os meus erros e todas as minhas qualidades, percebi que necessitava de mais de uma folha para falar dos meus erros e que ao relembrar o momento de tê-los cometido foi angustiante, talvez eu mesma não tenha percebido que ao cometê-los fui friamente insensível, que minha humildade foi ao nível mais baixo, foi difícil rever todas as situações passadas por outro ângulo e reviver aqueles momentos, mas acredito ter aprendido um pouquinho e certamente minha lição é não cometê-los novamente.
A vida é uma grande universidade, diz Augusto Cury, no entanto não somos nós que decidimos estudar ou não, por que em cada ação e movimento estamos sendo avaliados, não pelo próximo ou por Deus e sim por nossa própria consciência . Quando cometemos o grande erro de dizer que Deus irá no castigar, estamos, na verdade, nos referindo a nossa consciência (por que Deus não castiga ninguém), pois é ela que nos castiga em tumultuosos pensamentos, somos nós os responsáveis por nossas atitudes erradas ou não. Somos nós que castigamos em nosso intimo os erros mais absurdos, alguns aprendem outros são incapazes de absorver uma lição.


Na vida nada vem certinho, nada é perfeito...Se fosse seria um tédio. Esse é o nosso desafio, superar os defeitos e amar os imperfeitos. (Esta frase eu fiz exatamente no dia 19/04/07, talvez alguns já a conheçam pois já a enviei por mensagem a poucas e especiais pessoas.).

Mais uma vez obrigada, fica com Deus e não esquece que os defeitos podem ser superados e admitidos, porém não deixe de revê-los e de tentar um progresso.
Beijão e fica com Deus.
(Bárbara Pontes)

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